Archive for the 'Sem categoria' Category

Vivências com os Mestres no Espaço Cachuera!

Biblioteca digital mundial da UNESCO

É para aproveitar e divulgar.
Abraços,
José Marcos

O acesso é gratuito!

UM PRESENTE DA UNESCO PARA A HUMANIDADE INTEIRA
                  
A WDL Já está disponível na Internet, através do síte  www.wdl.org 

Reúne mapas, textos, fotos, gravações e filmes de todos os tempos e explica em sete idiomas as jóias e relíquias culturais de todas as bibliotecas do planeta. Tem, acima de tudo, caráter patrimonial”, conforme afirmou em LA NACION Abdelaziz Abid, coordenador do projeto realizado pela UNESCO e outras 32 instituições.

A BDM não oferecerá documentos correntes , a não ser “com valor de património, que permitirão apreciar e conhecer melhor as culturas do mundo em idiomas diferentes: árabe, chinês, inglês, francês, russo, espanhol e português. Mas há documentos em linha em mais de 50 idiomas”.

Entre os documentos mais antigos há alguns códices precolombianos, graças à contribuição do México, além dos primeiros mapas da América, desenhados por Diego Gutiérrez para o rei de Espanha em 1562″, explicou Abid.

Os tesouros incluem ainda o Hyakumanto Darani , um documento em japonês publicado no ano 764 e considerado o primeiro texto impresso da história; um relato dos azetecas que constitui a primeira menção do Menino Jesus no Novo Mundo; trabalhos de cientistas árabes desvendando o mistério da álgebra; ossos utilizados como oráculos e esteiras chinesas; a Bíblia de Gutenberg; antigas fotos latino-americanas da Biblioteca Nacional do Brasil e a célebre Bíblia do Diabo, do século XIII, da Biblioteca Nacional da Suécia.

Fácil de navegarCada jóia da cultura universal aparece acompanhada
de uma breve explicação do seu conteúdo e seu significado. . Os documentos
foram escaneados e incorporados no seu idioma original, mas as explicações
aparecem em sete línguas, entre elas O PORTUGUÊS

A biblioteca começa com 1200 documentos, mas foi pensada para receber um número
ilimitado de textos, gravados, mapas, fotografias e ilustrações.

Embora só agora esteja sendo apresentado oficialmente na sede da UNESCO, em Paris, a Biblioteca Digital Mundial já está disponível na Internet, através do site www.wdl.org

Oficina de canto e voz

Não deixe sua cor passar em branco

“A Copa pôs a África no mapa”, diz mulher de Mandela


20/07/2010 – 00h01

Georgina Higueras
Em Madri (Espanha)

A entrevista transcorre tranquilamente até que chega a pergunta sobre a Copa do Mundo de Futebol. Então Graça Machel, casada com Nelson Mandela em 1998, ri, gesticula e procura um adjetivo grande para enfeitá-lo com outro maior e a resposta sai com o brio de uma torrente: “Se foi positivo para a África do Sul? Oh! Claro que sim! Foi fantástico, extraordinário. Mudou a percepção que se tinha do país muito mais do que todos os discursos e as fotos. Mais que tudo. As pessoas vieram, viram e se convenceram. É o segundo milagre que vive o país. Depois do fim do ‘apartheid’, é o melhor que aconteceu à África do Sul”.

“Foi impressionante, e não só porque foi muito bem organizado, mas porque tudo saiu bem. Os transportes funcionaram, apesar de todo mundo ir de uma cidade para outra. Houve menos criminalidade e até menos acidentes de trânsito. Foi a atitude das pessoas que conseguiu o êxito. O entusiasmo com que todos apoiaram”, afirma essa ativista pelos direitos da infância, que continuou na África do Sul o trabalho que realizou em seu país natal, Moçambique, ao se tornar independente de Portugal em 1975. Então se transformou em ministra da Educação, além de primeira-dama, pois era casada com Samora Machel, o primeiro presidente do Moçambique independente, que morreu em 1986 em um estranho acidente de avião.

“A Copa pôs a África no mapa”, continua a prêmio Príncipe de Astúrias de Cooperação Internacional em 1998. “Os europeus que tinham voltado seu olhar para a Ásia encontraram a África e viram que é um bom lugar para seus investimentos e que os lucros podem ser maiores do que o esperado”, afirma Graça Machel, que passa rapidamente pela saúde de Mandela, afetado pela demência senil. “Para ter 92 anos, está ótimo. Foi muito feliz nos minutos em que estivemos no estádio.”

A pergunta sobre se o que conseguiu nesses dias tem seguimento obscurece por um instante sua paixão: “O grande desafio é como manejaremos o futuro”, responde. E volta imediatamente a seu tom positivo: “O mundo viu que somos capazes e que podem confiar em nós”. E acrescenta: “Lembre: a primeira parte do século 21 pode ser da Ásia, mas a segunda não tenha dúvida de que é da África”.

A fundadora e presidente da Fundação para o Desenvolvimento da Infância, em Moçambique, participou em Madri de uma reunião da ONU sobre os objetivos do milênio, antes da cúpula que se realizará em setembro em Nova York. Segundo Machel, por enquanto esses objetivos “não estão sendo cumpridos, porque nem as instituições globais nem os governos dos países doadores ou dos receptores realizaram os esforços necessários para alcançá-los”. Mas ela afirma que não se pode fazer uma crítica generalizada e colocar todo mundo no mesmo saco, porque alguns, tanto entre os doadores como entre os receptores, realizaram grandes avanços.

Para Machel, o objetivo que tem “maior risco de descumprimento” é exatamente o primeiro, que pretendia acabar com a pobreza e promover a agricultura para que os famintos não só saciassem seus estômagos com as ajudas como também fossem capazes de se autoabastecer.

“Para grande pesar meu, outro dos objetivos que corre grande risco é o da educação infantil”, salienta essa mulher empenhada em alfabetizar o mundo. Segundo Machel, em 2000 havia 100 milhões de crianças sem escolaridade e hoje, uma década depois, há 72 milhões. Por aí se vê que é muito difícil, “embora não impossível”, consegui-lo até 2015. “O investimento necessário é enorme, mas possível. O mais difícil é conseguir a vontade política para reunir todos os recursos necessários.” Nesse campo, ela aplaude a Espanha e a Holanda como principais doadores e os esforços realizados pelos países do norte da África e da América Latina.

Sem querer entrar na polêmica aberta pelo secretário-geral da ONU ao nomear o presidente de Ruanda, Paul Kagame – acusado de genocídio – copresidente da reunião em Madri, Graça Machel elogia os avanços realizados por esse país no empoderamento das mulheres, o terceiro objetivo do milênio que acredita que não se cumprirá, mas conclui: “Nenhum êxito tem sentido se não forem respeitados os direitos humanos”.

Tradução: Luiz Roberto Mendes Gonçalves

Fonte: http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/elpais/2010/07/20/a-copa-pos-a-africa-no-mapa-diz-mulher-de-mandela.jhtm

Falecimento do Sr. Romário Caxias

É com tristeza que comunicamos o falecimento do Sr. Romário Caxias,   batuqueiro de Capivari,   grande mestre e  companheiro de todos nós cachueirenses e ingomeiros. Seu Romário se encontrava doente há alguns meses e faleceu em sua casa hoje, domingo 18 de julho às 9 horas. Foi enterrado às 17 horas. É mais um mestre batuqueiro que se vai pra Aruanda,  e seu tambu mágico já soa naquelas paragens junto com o quinjengue inigualável do companheirão Diniz Osório ,  a matraca do  Belo ,  as modas do  Rei Domingos e de mestre Plínio , entre carreiras do Tiotóne. Que Romário e todos os grandes batuqueiros que já se foram e que tivemos a honra de conhecer nos inspirem e dêem força, de onde estiverem, a lutar pela continuidade do Batuque. A Seu Romário , nossas preces e o desejo de um caminho suave para a eternidade.

Paulo Dias 
Associação Cultural Cachuera!

Grupo Anima: notícias e convites

Mosta de filmes no Museu Afro Brasil sobre os negros nos Estados Unidos. Entrada franca

Pré-estreia do filme “A Guerra dos Vizinhos”

“A Guerra dos Vizinhos” é dirigido por Rubens Xavier, também diretor dos documentários Feiticeiros da Palavra e No Repique do Tambú, realizados pela Associação Cultural Cachuera!. O produtor Fernando Andrade é igualmente parceiro da Associação.

Desejamos uma otima estreia para o filme!

Seminário sobre direito autoral recebe Ministro da Cultura – 19/7, no Tucarena

Xamãs, artesãos e mestres da cultura popular serão professores da UnB

Universidade será a primeira no Brasil a ter uma disciplina baseada nos saberes tradicionais. Aulas devem começar no próximo semestre

Ana Lúcia Moura – Da Secretaria de Comunicação da UnB

Benki Pianko é um grande especialista brasileiro em reflorestamento. Maniwa Kamayurá conhece em detalhes as técnicas de construção indígena. Lucely Pio é capaz de identificar com precisão qualquer planta do cerrado. Mas o conhecimento de nenhum deles veio das salas de aula. Eles aprenderam o ofício com os avós e com os pais, e o repassam aos filhos, aos netos. No próximo semestre, porém, vão ensinar o que aprenderam também aos alunos da Universidade de Brasília.

Benki, Maniwa e Lucely serão professores de uma disciplina de módulo livre: Artes e Ofícios dos Saberes Tradicionais. Benki, que é mestre do povo indígena Ashaninka, no Acre, Maniwa, pajé e representante dos povos indígenas do Alto Xingu e Lucely, mestre raizeira da Comunidade Quilombola do Cedro, em Goiás, vão passar adiante o conhecimento acumulado durante mais de séculos nas comunidades onde cresceram e vivem até hoje. Benki e Maniwa são xamãs indígenas, líderes espirituais com funções e poderes ritualísticos. Lucely é mestre quilombola.

Além deles, serão também professores da nova disciplina Zé Jerome, mestre de Congado e Folia de Reis do Vale do Paraíba, em São Paulo, e Biu Alexandre, mestre do Cavalo Marinho Estrela de Ouro de Condado, um dos tradicionais grupos folclóricos da Zona da Mata pernambucana, que reúne teatro, dança, música e poesia.

A criação da disciplina, que deve ter carga semanal de seis horas,  depende ainda de aprovação do Decanato de Ensino de Graduação. Ela faz parte de um projeto de introdução dos saberes tradicionais na universidade. “Queremos promover um diálogo, uma troca de conhecimentos”, explica o professor José Jorge de Carvalho,  coordenador do projeto e também do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia para Inclusão no Ensino Superior e na Pesquisa. “Os mestres que aqui estarão têm um modo de construir saberes que leva em conta não só o pensar, que é característico da cultura das universidades, mas também o fazer e o sentir”, completa o professor.

AVANÇO – O professor José Jorge destaca, no entanto, que a introdução dos saberes tradicionais não é uma negação da forma utilizada pelas universidades de produzir e transmitir conhecimento. “Pelo contrário. É uma soma. Sabemos coisas que os mestres tradicionais não sabem, assim como eles conhecem muito do que não conhecemos. A universidade pode ser muito mais rica do que é”, acrescenta. Cada mestre passará duas semanas na UnB e será acompanhado por um professor na sala de aula. “A universidade pode ser mais rica do que é. E, para isso, precisa fazer jus à riqueza de saberes que existem no Brasil”, completa o professor José Jorge.

O chefe do Departamento de Antropologia, Luís Roberto Cardoso de Oliveira, lembra que a criação de disciplinas de módulo livre, que permitem aos alunos contato com um conhecimento totalmente fora de sua área, foi um avanço. “E colocar os mestres frente a frente com os alunos e ao lado dos professores é uma proposta que vai ainda mais além”, comenta.

Para Nina de Paula Laranjeira, diretora de Acompanhamento e Integração Acadêmica do Decanato de Ensino de Graduação, a iniciativa por si só já demostra uma mudança nos modos de pensar. “Precisamos superar o paradigma de que o conhecimento está limitado à comprovação científica”, afirma.

TROCA DE SABERES – As bases pedagógicas e antropológicas da nova disciplina serão discutidas nos dias 15 e 16 de julho, como parte do seminário internacional que vai tratar da introdução de novos saberes nas universidades. “O método de transmissão dos mestres tradicionais é completamente diferente do nosso. O ideal para a raizeira Lucily, por exemplo, é ensinar caminhando pelo cerrado”, explica o professor José Jorge.

Organizado pelos Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia e Ministério da Cultura, o Encontro de Saberes vai reunir mestres indígenas e de atividades folclóricas, professores brasileiros e latino americanos, além de representantes do Governo Federal. No encontro, serão apresentadas experiências de universidades de cinco países da América Latina que desenvolvem projetos de inclusão de saberes tradicionais em seus cursos, disciplinas e programas de extensão. O seminário, que acontece no Auditório Dois Candangos, também será uma oportunidade para os novos professores conhecerem melhor a UnB.

Entre os palestrantes estão o reitor da Universidade Amawtay Wasi do Equador; Maria Mercedes Díaz, da Universidade de Catamarca na Argentina; Jaime Arocha, professor de Antropologia da Universidade Nacional da Colômbia; Carlos Callisaya, coordenador das Universidades Indígenas da Bolívia no Ministério da Educação boliviano e Maria Luísa Duarte Medina, que atua em projetos de inclusão dos saberes indígenas nas instituições de ensino superior do Paraguai. “A presença de cada um deles mostra que a inclusão dos saberes tradicionais na academia é um movimento cada vez mais forte”, afirma o professor José Jorge.

Fonte: http://www.unb.br/noticias/unbagencia/unbagencia.php?id=3584#

 

Concurso Nacional de Pesquisa sobre Cultura Afro-Brasileira, Comunidades Tradicionais e Cultura Afro-Latina

Inscrições até 16 de agosto

Constitui objeto do presente Concurso a premiação de monografias de conclusão de graduação e dissertações de mestrado que versem sobre Cultura Afro-Brasileira, Comunidades Tradicionais ou Cultura Afro-Latina.

Confira o edital e os anexos:

Edital

Anexo I – Formulário de Inscrição

Anexo II – Termo de Licenciamento de Direitos Autorais

As dúvidas referentes ao presente Concurso poderão ser esclarecidas através do endereço eletrônico premiopalmares2010@palmares.gov.br

Novos Diálogos Casa das Áfricas recebe o escritor Abdourahman A. Waberi

Nascido na República do Djibout, país da macroregião denominada “Chifre da África”, o romancista, ensaísta e poeta, brinda-nos com uma escrita rica em metáforas, paisagens, atualidades e críticas políticas. Em sua passagem pelo Brasil, a convite da Odun Formação e Produção no projeto Pilgrimages – que propõe a imersão de 14 escritores africanos nas complexidades de paisagens urbanas – o autor visita as cidades de Salvador e São Paulo. Neste encontro, conheceremos um pouco de seus itinerários já traçados e almejados. Contaremos também com a participação do comentarista convidado Allan da Rosa – escritor, historiador e organizador do selo Edições Toró, que realiza cursos independentes sobre arte e cultura africana e afro-brasileira nas periferias de São Paulo.

Local: Casa das Áfricas. Rua Eng. Francisco Azevedo, 524, Sumarezinho (próximo ao metrô Vila Madalena), fone: 3801-1718.
Dia: 05 de julho.
Horário: 17hs. Entrada franca.

Bibliografia do autor:
Aux Etats Unis d´Afrique – 2006
Le pays sans Ombre – 1994
Cahier Nomade – 1996

Site Monabantu MG

NGUZU!!!!

saite novo   MONABANTU/MG  www.monabantumg.com.br

Fonte: Rede Monabantu – Movimento Nacional Nação Bantu

Prorrogada a data para inscrições ao Edital 22 anos da Palmares

As inscrições para o Edital de Celebração dos 22 Anos da Fundação Cultural Palmares foram prorrogadas até 9 de julho. O Edital é uma oportunidade democrática para quem faz a cultura afro-brasileira, em todo o país, participar da elaboração e realização de eventos artísticos comemorativos ao aniversário da Palmares.

O Edital prevê a seleção de seis projetos vinculados ao tema Construindo Redes de Diálogos – Reais e Virtuais – com a Cultura Afro-brasileira, a serem realizados nas cidades de Maceió(AL), Rio de Janeiro(RJ), Salvador(BA), Porto Alegre(RS), São Luís(MA) e São Paulo(SP). Cada projeto escolhido será contemplado com R$ 100.000,00.

Veja também: Fundação Palmares lança edital

Fonte: Aruanda Mundi

II Festival do Filme Etnográfico do Recife

Os Programas de Pós-Graduação em Antropologia e em Comunicação Social da UFPE abriram as inscrições para o II Festival do Filme Etnográfico do Recife. O evento vai premiar produções cinematográficas/videográficas, produzidas a partir de 2008, que apresentem qualidade técnica reconhecida na área.

Poderão ser inscritas, até o dia 31 de julho, produções nacionais e internacionais de documentários, que abordem questões socioculturais contemporâneas sobre pessoas, coletividades, grupos sociais, processos históricos com temas de interesse antropológico.

O II Festival, que se realizará 27 a 30 de setembro de 2010, tem o apoio da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj) e será realizado na Sala de Cinema da Fundação Joaquim Nabuco, no Derby, em Recife. O regulamento e o formulário de inscrição encontram-se no seguinte site:http://www.filmedorecife.com.br.

Outras Informações

Laboratório de Antropologia Visual
(81) 21268286

Estreia Coral Baobá

Associação Baobá de Canto Coral
Ponto de Cultura Coral Baobá

Convida você, sua família e amigos/ as para assistir a estréia do:
Baobá Coral Infanto Juvenil.

Data: 03/07/2010

Horário: 18:00

Local: Rua Maria Carlota nº 894 (Próximo ao Metrô Vila Matilde)

Ficaremos felizes com a sua presença!

Ponto de Cultura Coral Baobá
11 – 3843-3227

Prorrogadas as inscrições para Interações Estéticas 2010

A Fundação Nacional de Artes (Funarte) e a Secretaria de Cidadania Cultural do Ministério da Cultura (SCC/MinC) prorrogaram o prazo para inscrição do Prêmio Interações Estéticas 2010 – Residências Artísticas em Pontos de Cultura. O novo prazo para os interessados se inscreverem é até 28 de junho.

Com investimento total de R$ 4,45 milhões, a terceira edição do programa oferece aos proponentes a chance de desenvolver trabalhos integrados a ações de Pontos de Cultura de todo o país. Serão viabilizados 127 projetos de residência, que levarão artistas de diversos segmentos a atuar em parceria com os Pontos e a criar produtos finais de acordo com as demandas locais. Os prêmios variam de R$ 15 mil a R$ 90 mil.

Para atender à política de descentralização de recursos do MinC, o edital do Interações Estéticas prevê a distribuição de 115 prêmios entre as cinco regiões do país. Além disso, 12 prêmios de R$ 90 mil serão destinados a projetos de abrangência nacional, que não estão submetidos a nenhuma categoria regional pré-estabelecida.

Saiba mais: http://www.funarte.gov.br/portal/2010/06/21/premio-interacoes-esteticas-2010-inscricoes-prorrogadas/

http://www.cultura.gov.br/cultura_viva/?p=1754

Lançamento do Caderno Cenpec de Educação e Cultura

Reflexões sobre as interfaces entre educação e cultura – tema do Caderno Cenpec nº 7 – marcaram o evento de lançamento da publicação, realizado na manhã de ontem (22) no Sesc Vila Mariana, em São Paulo (SP). A cada edição, os Cadernos Cenpec reúnem artigos teóricos e relatos de experiências sobre temas relevantes no campo da educação e cultura. Este número traz artigos assinados por Célio Turino, Marta Porto, Danilo Miranda e Alfredo Manevy, entre outros, e relatos de experiência dos pontos de cultura Conexão Filipe Camarão, Fábrica do Futuro e Fundação Casagrande.

Em sua fala de abertura, a superintendente do Cenpec, Carminha Brant, reforçou a importância do tema para a instituição. Lembrou ainda que o lançamento de mais um Caderno Cenpec vai ao encontro de um dos princípios que vem norteando a atuação da instituição: a disseminação do conhecimento produzido a partir da experiência. “Pesquisamos a partir da ação. Toda produção [desse caderno] vem dos projetos que temos na área da educação e cultura”, salientou Carminha, mencionando como exemplos o Prêmio Cultura Viva e o projeto Educação com Arte.

O secretário de Políticas Culturais do Ministério da Cultura, José Luiz Herencia, elogiou a iniciativa e a qualidade dos textos presentes no Caderno, que possibilitam um “debate qualificado” do tema. Aproveitou a sua fala para comentar a discussão em torno da questão dos direitos autorais, cuja lei passa por revisão (o texto se encontra aberto para consulta pública até 28 de julho). “A legislação atual se interpõe como um obstáculo ao exercício pleno do direito à cultura”, enfatizou. “É preciso modificar as relações de propriedade sobre os bens culturais”.

Maria Alice Oieno Nassif, gerente de programas socioeducativos do Sesc, também destacou a importância do tema educação e cultura para a instituição. “Essa Caderno tem 100% a ver com a ação do Sesc em toda a sua rotina, em todas as suas unidades. Estamos muito felizes de receber o evento de lançamento dessa publicação, que com certeza será de grande utilidade para todos nós”, afirmou.

O professor Renato Janine Ribeiro, autor de um dos artigos do Caderno, falou sobre a experiência democrática de cultura. Lembrou que antes da Constituição de 1988 os analfabetos não tinham direito a voto. Desse modo, a cultura era utilizada para manutenção do status quo.

Respondendo a uma pergunta da platéia, criticou o acúmulo de papéis atribuídos à escola. “Vejo uma preocupação, boa até, de alguns setores de dar uma nova missão à escola. Eu me pergunto se dar novas missões à escola, quando ela nem cumpre suas missões básicas, é bom”, questionou, citando como exemplo as leis que determinam o ensino de cultura e história afro e indígena e de sociologia e filosofia. “Os professores estão mal preparados, assoberbados e os alunos pouco interessados até pelo que é básico. Quando temos alunos que terminam o Ensino Médio mal alfabetizados, com domínio mínimo de matemática, acho complicado colocar mais conteúdos”.

Fonte: Cenpec – http://www.cenpec.org.br/modules/news/article.php?storyid=1015

O que é Consciência Negra para você?

Senhoras e senhores, bom dia,

A Assessoria de Cultura para Gêneros e Etnias tem o prazer de convidá-los(as) a participar da campanha cultural Consciência Negra em Cartaz por meio do site O que é Consciência Negra para você? (www.consciencianegra.com.br).

A “consciência negra” é um dos mais emblemáticos discursos produzidos pelo movimento negro brasileiro e internacional desde a década de 1960. Esse discurso visa fazer com que o cidadão consciente, negro ou não, informe e conscientize os cidadãos não esclarecidos sobre o racismo, a violência, a discriminação que os negros sofrem no Brasil e fora dele, inclusive na África.

A “consciência negra”, hoje em dia e nesta campanha, em especial, não é um patrimônio exclusivo do movimento negro, nem tampouco dos negros militantes, mas de todos (brancos, amarelos e indígenas) os indivíduos e grupos que lutam pela melhoria das condições sociais, econômicas e psíquicas da população negra.

Ao participar desta campanha, você estará dizendo o que é “consciência negra” para você, para os seus parentes e amigos, para o mundo que te envolve. Assim, conscientizará pessoas conhecidas e desconhecidas sobre a necessidade de se construir um mundo menos violento, mais fraterno, mais democrático e republicano.

O objetivo desta campanha é realizar uma discussão sobre as várias questões que envolvem a temática da consciência negra. E tal discussão será realizada através da elaboração de uma peça gráfica, o cartaz, buscando com isso o envolvimento e a reflexão da população sobre o tema, sugerido através da pergunta O que é consciência negra para você?.

No site é possível responder à questão acima de três maneiras: enviando uma frase, um cartaz pronto ou montar seu cartaz no próprio site, usando as idéias dos demais participantes. Leia o regulamento no site.

Acesse também o blog O que é Consciência Negra para você? (http://blog.consciencianegra.com.br/) onde você encontrará diversos textos que o farão refletir para responder à questão.

Atenciosamente,

Assessoria de Cultura para Gêneros e Etnias
Secretaria de Estado da Cultura
Governo de São Paulo
www.consciencianegra.com.br
http://blog.consciencianegra.com.br/

Fonte: Aruanda Mundi – www.aruanda.ning.com

Entrevista com Abdias do Nascimento

Abdias: Se pudessem, colocavam o negro de novo na escravidão

Ana Cláudia Barros
De São Paulo

Defensor fervoroso do sistema de cotas raciais em universidades públicas, o ex-senador e deputado federal, Abdias do Nascimento, 96 anos, um dos líderes negros de maior expressão no país, considerou “uma coisa lamentável” as alterações no texto original do projeto de lei que institui o Estatuto da Igualdade Racial, aprovado nesta quarta-feira (16), no Senado.

Um dos pontos mais criticados foi, justamente, a retirada do trecho que falava sobre a regulamentação da reserva de vagas para a população negra na educação. O estatuto, que tramitou no Congresso durante sete anos, entra em vigor após a sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

-As cotas são absolutamente importantes. São um passo adiante da degradação que o negro tem sofrido durante tantos séculos.

Confira a entrevista

Terra Magazine – O Senado aprovou ontem projeto de lei que institui o Estatuto da Igualdade Racial. O texto original sofreu alterações, como a retirada do trecho que previa cotas para negros na educação e a criação de uma política de saúde pública para negros. O que o senhor achou das mudanças?
Abdias do Nascimento – Uma coisa lamentável, porque se há uma população que necessita de um apoio específico em todos os sentidos, em todos os níveis das atividades nacionais são os negros. São os únicos que foram escravos. As pessoas falam que não precisa de uma proteção, mas ninguém foi escravo aqui, a não ser os africanos.

Então, na avaliação do senhor, as mudanças foram lamentáveis.
É claro. Lamentável, porque é uma injustiça a mais. Uma injustiça que se repete.

O relator do texto, senador Demóstenes Torres (DEM-GO), substituiu o termo “raça” por “etnia”, alegando que não existe outra raça além da humana.
Isso é aquela história brasileira de adoçar as coisas. Adoçam o racismo específico contra os africanos e descendentes. Isso mostra, mais uma vez, o gérmen… A alma do Brasil que manda é essa. É contra os africanos, contra os negros. Acho lamentável. Mostra que o Brasil continua o mesmo desde a escravidão. Mostra que, na verdade, ninguém queria que o negro fosse liberto. Mostra que, se pudessem, colocavam, outra vez, a escravidão.

O senhor ainda considera que a Abolição da Escravatura no Brasil não passa de uma mentira cívica e que ainda há um hiato entre negros e brancos no país?
É isso aí: uma mentira cívica. Uma “bela” mentira cívica. E ainda existe um hiato entre negros e brancos. Há dois “Brasis”: um dos brancos e outro dos negros. Sem dúvida nenhuma.

O autor da proposta, senador Paulo Paim (PT-RS), afirmou que o estatuto está longe do ideal, mas que a aprovação foi uma vitória? O senhor concorda?
Não concordo, porque é a continuidade do racismo, da discriminação, do desprezo pela herança africana. Essas leis, esses disfarces para não chamar o Brasil de racista continuam. Desculpe, mas isso é odioso e, no meu entender, vai realçar a separação, a diferença e a possibilidade dos negros terem uma integração perfeita.

Especialmento sobre o trecho que fala das cotas, que foi suprimido do texto original. O que o senhor acha sobre isso?
As cotas são absolutamente importantes. São um passo adiante da degradação que o negro tem sofrido durante tantos séculos.

Fonte: ABONG – http://www2.abong.org.br/final/noticia.php?faq=21462

Instituto HSBC abre edital para projetos educacionais

Serão selecionados 40 projetos de todo o Brasil

Estão abertas as inscrições para a “Seleção do Cartão Instituto HSBC Solidariedade 2010”, que apoia projetos sociais em todas as Regiões do Brasil. A ação visa selecionar 40 projetos educacionais que tenham o objetivo de reduzir a vulnerabilidade de crianças e adolescentes aliada ao sucesso escolar. Os projetos selecionados receberão R$60 mil, por até dois anos.

Podem participar da seleção projetos que estejam sob responsabilidade de organizações não governamentais, como fundações, institutos e associações sem fins lucrativos, legalmente constituídos no país. A ficha de inscrição e o regulamento estão disponíveis no site do Instituto HSBC Solidariedade.

As inscrições podem ser feitas até o dia 16 de julho e os projetos selecionados serão divulgados no site no dia 12 de novembro. O processo de indicação dos projetos será feito por colaboradores das empresas do Grupo HSBC, incluindo agências e departamentos. Durante o período de 2 anos após a formalização da parceria, colaboradores voluntários que indicaram os projetos serão os padrinhos e madrinhas das instituições sociais, representando o elo entre a entidade apoiada e o Instituto HSBC Solidariedade.

Os valores destinados a essa seleção, foram obtido por meio do Cartão Instituto HSBC Solidariedade, como resultado das doações mensais de clientes portadores do cartão e da contribuição do HSBC através da doação interchange. Os portadores do cartão optam por doar ao Instituto HSBC Solidariedade a quantia mensal de R$ 5, R$ 7,50, R$ 10, R$ 20 ou R$ 30, e em troca, são isentos de anuidade.

Desde seu lançamento, em 2006, o Cartão Instituto HSBC Solidariedade, que conta com mais de 210 mil portadores e já gerou R$ 18 milhões. A quantia foi repassada ao Instituto HSBC Solidariedade, que destinou os recursos para projetos sociais com foco em educação, projetos da Pastoral da Criança e para cursos de capacitação das ONGs que têm seus projetos aprovados.

O Cartão Instituto HSBC Solidariedade possui todas as vantagens de um cartão comum, mas o titular se compromete a doar uma quantia mensalmente para o Instituto. Em troca, é isento de anuidade e tem seguro gratuito contra perda e roubo. O valor é debitado automaticamente na fatura do Cartão de Crédito. O Cartão Instituto HSBC Solidariedade pode ser solicitado por correntistas, ou não, do HSBC, nas agências bancárias, pela internet (www.hsbc.com.br) ou pelo Phone Center.

Criado em 2006, o Instituto HSBC Solidariedade atua em três áreas: Educação, Meio Ambiente e Geração de Renda para comunidades. Representa o braço do investimento social do HSBC no Brasil, que trabalha em linha com os princípios da Sustentabilidade, investindo em produtos e serviços que aliam retorno financeiro à promoção de soluções socioambientais, além de assumir o compromisso com a conservação ambiental, focado em mudanças climáticas e no gerenciamento de impactos diretos e indiretos.

O HSBC Bank Brasil é uma subsidiária integral da HSBC Holdings, um dos maiores conglomerados financeiros do mundo. Com sede em Londres, o Grupo HSBC atua em 88 países das Américas, Europa, Ásia, Oriente Médio e Oceania.

Mapeamento traça perfil de espaços religiosos de matriz africana

Fonte: Fundação Cultural Palmares

BAHIA – Ketu, Nagô, Ijexá, Umbanda, Angola, Jêje são algumas das nações a que pertencem terreiros de candomblé, cujos perfis estão sendo delineados pelo projeto Mapeamento dos Espaços de Religião de Matriz Africana, coordenado pela Secretaria de Promoção da Igualdade (Sepromi), do Estado da Bahia. Desde o início da pesquisa em fevereiro, 395 terreiros foram cadastrados no Recôncavo (58) e no Baixo Sul (337). O objetivo do projeto é apurar quantos são e investigar as características e condições de funcionamento de cada um deles, visando à elaboração de uma política estadual para o segmento.

“Mas, para que o diagnóstico seja fiel à realidade, é preciso que todas as lideranças religiosas participem do estudo”. Afirma a coordenadora de Promoção e Defesa dos Direitos da Sepromi, Karine Limeira. Segundo ela, além da nação, o relatório final conterá dados sobre a origem e história dos terreiros, tempo de fundação, trajetórias de luta e resistência, condições físicas e de infraestrutura, recursos ambientais, assim como o perfil das autoridades religiosas com relação ao sexo, raça e formação.

Por esse motivo, lembra a coordenadora, os terreiros que ainda não foram visitados devem entrar em contato com a coordenação do projeto pelos dos telefones (71) 3117-1557 ou 3117-1558. Desde fevereiro, 20 entrevistadores, estudantes universitários, estão em campo, coletando os dados que vão resultar em um relatório a ser disponibilizado em uma publicação e no site www.sepromi.ba.gov.br . “Quanto mais casas forem contempladas, mais próximo da realidade será o diagnóstico feito a partir das informações coletadas”, completou Limeira.

Além da Sepromi, o projeto conta com a parceria da Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República (Seppir/PR), das prefeituras e de organizações da sociedade civil dos municípios envolvidos. Com previsão para ser concluído em 15 meses, o mapeamento foi iniciado em dezembro de 2009, com a divulgação do edital para a seleção de estudantes para realizarem a pesquisa de campo.

Municípios envolvidos

A pesquisa de campo está em andamento no Recôncavo, com entrevistas feitas nos municípios de Varzedo, Santo Antônio de Jesus, Muniz Ferreira, Nazaré, Dom Macedo Costa, Conceição do Almeida, Castro Alves, Sapeaçu, Muritiba, Cruz das Almas, São Felipe, Maragojipe, Saubara, São Félix, Cachoeira, São Francisco do Conde, Santo Amaro, Governador Mangabeira e Cabaceiras do Paraguaçu.

No Baixo Sul, a iniciativa contempla os municípios de Camamu, Igrapiúna, Piraí do Norte, Gandu, Wenceslau Guimarães, Teolândia, Presidente Tancredo Neves, Valença, Jaguaripe, Aratuípe, Valença, Cairu, Tapeorá, Nilo Peçanha e Ituberá.

http://www.palmares.gov.br/003/00301009.jsp?ttCD_CHAVE=2888

Temporada de inverno – São Luiz do Paraitinga

Casa do Núcleo Contemporâneo

Bumba meu Boi na festa de São Cristóvão (RJ)

Salve João!

O Portal horadobrasil.net compartilha com os amigos das Culturas Populares um conjunto de fotografias realizadas no Centro de Tradições Nordestinas Luís Gonzaga em torno de uma apresentação do Boi da Palmica. A Feira está um sucesso com ótima programação junina e julhina.

Abaixo o link para o álbum de fotos do Buma meu Boi.

http://www.horadobrasil.net/galeria/main.php?g2_itemId=112097&g2_navId=xb1ab207b

Luiz Sombra, fotógrafo e historiador.

VII Feira Nacional de Agricultura Familiar e Reforma Agrária

A feira acontece em Brasília, de 16 a 20 de junho. Além da exposição há uma boa programação musical: http://www.mda.gov.br/feira2010/

Portal Buala

Buala: cultura contemporânea africana

Apresentamos o BUALA, o primeiro portal interdisciplinar de reflexão, crítica e documentação das culturas africanas contemporâneas em língua portuguesa, com produção de textos e traduções em francês e inglês. A língua portuguesa, aqui celebrada na diversidade de Portugal, Brasil e África, dialoga com o mundo.

Buala.org pretende inscrever a complexidade do vasto campo cultural africano e diáspora negra em acelerada mutação económica, política, social e cultural. Problematizar questões ideológicas e históricas, entrelaçando tempos e legados. Saber quais são os grandes desafios do continente e os protagonistas da cultura africana, como podemos pensar paradigmas novos nas relações de força? No fundo, desejamos criar novos olhares, despretensiosos e descolonizados, a partir de vários pontos de enunciação da África contemporânea.

O seu funcionamento vai depender da adesão das pessoas. Vimos por isso pedir para divulgarem e unir esforços para continuarmos juntos, apelando à vossa colaboração: esperamos artigos (publicados ou inéditos), imagens, sugestões.

O BUALA tem o apoio da Casa das Áfricas [Brasil] e da Fundação Calouste Gulbenkian [Portugal], que tornaram possível a implementação deste projeto.

http://www.buala.org/


Fonte: Aruanda Mundi

Fundação Palmares lança edital

Palmares lança edital para comemorar seu 22º aniversário

Já estão abertas as inscrições para o Edital 22 anos da Palmares, em comemoração ao aniversário da Fundação Cultural Palmares, vinculada ao Ministério da Cultura, que ocorrerá em agosto.

Os projetos deverão inspirar-se no tema: Construindo Redes de Diálogos – Reais e Virtuais – com a Cultura Afro-brasileira para serem apresentados em Maceió (AL), Rio de Janeiro (RJ) e Salvador (BA), onde a Palmares possui representações regionais e Porto Alegre (RS), São Luís (MA) e São Paulo (SP), onde planeja implantar seus próximos escritórios.

As inscrições, abertas hoje (16), prosseguem até o dia 5 de julho deste ano. Podem participar pessoas físicas, grupos e entidades de todo o país, que atuam com expressões artísticas afro-brasileiras nas áreas de dança, música, teatro, cultura popular, artes plásticas, além de outras manifestações culturais. No entanto, no ato da inscrição, os interessados devem escolher uma dessas seis cidades para apresentar seu trabalho.

Os projetos concorrentes serão selecionados dentre os inscritos para a cidade escolhida no ato do registro. Serão contemplados seis espetáculos e cada um receberá um prêmio de R$ 100 mil reais tributáveis. A prioridade na seleção dos projetos será dada para os que desenvolvam um trabalho de artes integradas, onde haja diálogo entre as expressões artísticas. Uma apresentação de teatro, com música ao vivo, numa instalação plástica ou uma performance circense com vídeoarte são exemplos deste viés artístico. O objetivo é a promoção do diálogo da cultura afro-brasileira, as expressões e as mídias. A criatividade e excelência artística, pertinência do conteúdo à questão afro-brasileira, qualificação técnica, viabilidade técnica de execução, com base no valor do prêmio, são alguns dos critérios de avaliação da comissão julgadora.

Dúvidas e informações referentes a este Edital poderão ser esclarecidas e/ou obtidas na Fundação Cultural Palmares – Endereço eletrônico: www.edital22aniversario@palmares.gov.br. Edital Ficha de Inscrição – Pessoa Física Ficha de Inscrição – Grupos e Entidades Assessoria de Comunicação Social Fundação Cultural Palmares/Ministério da Cultura Fone: 3424-0166 Fax: 3424-0164 www.palmares.gov.br

Fontes: Aruanda Mundi e Fundação Cultural Palmares

Voltamos…

Depois de uma fase de muito trabalho e pouco tempo para atualizar o blog, estamos de volta!

Um grande abraço,

Renata Celani, pela Equipe Cachuera!

Memória da Cachuera!: Grupo Redandá na Festa do Divino de 2007

Apresentação do grupo Lunzo Redandá de candomblé Angola de Cipó-Guaçu, interior de São Paulo, durante a 8° Festa do Divino Espírito Santo no Espaço Cachuera!, em 2007.

A 11° Festa do Divino acontecerá de 8 a 25 de maio. Participe!
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Curso de produção audiovisual no Museu do Ipiranga

PRODUÇÃO EXECUTIVA PARA O AUDIOVISUAL

Coordenação: Profa. Giselle Gubernikoff

Período: Início: 10/05/2010 – Término: 28/06/2010
Segundas-feiras, das 14h30 às 16h30.

Local:  Museu Paulista
Parque da Independência, s/n
Ipiranga – São Paulo

Público Alvo: Interessados em Geral

Vagas: 40

Objetivos: Transmitir àqueles que queiram se dedicar à produção audiovisual o entendimento das diferentes etapas de criação e ampliar a discussão sobre as várias técnicas e tecnologias empregadas.

Inscrições: 12/04/2010 a 04/05/2010 (ou até o preenchimento das vagas)

As fichas de inscrição estarão disponíveis a partir do dia 12 de abril no site:

http://www.mp.usp.br/acontece/cursos.html e depois de preenchidas devem ser encaminhadas por fax (11) 2273-4390, ou por e-mail acadmp@usp.br, juntamente com o comprovante de depósito bancário.

O valor da taxa de inscrição é de R$ 30,00.

Obs.: As inscrições só serão efetivadas após a apresentação do

comprovante de depósito.

Informações adicionais:
Telefone: (11) 2065-8075
Contato: Sônia Regina Barbosa

Fonte: Lista Rede Pontos de Cultura Diadema
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IV Encontro Internacional de Contadores de Histórias

Olá,

Mando esse e-mail para falar do IV Encontro Internacional de Contadores de Histórias – Boca do Céu, que acontecerá de 10 a 16 de maio de 2010, na Oficina Oswald de Andrade, na Rua Três Rios, no Brás.

Haverá oficinas para contadores de histórias, educadores, escritores e demais interessados na milenar arte de narrar histórias. Além de apresentações para crianças e adultos. Tem contadores de diferentes países como França, Burkina Faso e Canadá. Gente vinda de várias partes do Brasil. E, muito importante TODAS AS ATIVIDADES SÃO GRATUITAS basta se inscriver pelo site www.bocadoceu.com.br. As inscrições começam hoje.

Obrigada pela atenção,
Carime Nemer Damous

Fonte: Lista Culturas Populares
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Videoclipe do Café Tango – Morto Perpétuo

O Quinteto Café Tango apresenta-se no Espaço Cachuera! dia 17 de abril (sábado), às 21h. No repertório, composições próprias e de Astor Piazzolla.


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Oficinas de artes plásticas para crianças – Projeto Garatujas e Cambalhotas

Editais SID/MinC

Promover e proteger a diversidade cultural

SID/MinC abre inscrições para quatro editais que deverão ser publicados na sexta-feira, dia 16 de abril.

O Ministério da Cultura, por meio da Secretaria da Identidade e da Diversidade Cultural(SID/MinC) abrirá   inscrições para os Editais dos Prêmios Cultura Hip Hop 2010 – Edição Preto Ghóez, Culturas Ciganas 2010, Prêmio Inclusão Cultural da Pessoa Idosa 2010 – Edição Inezita Barroso, e Prêmio Arte e Cultura Inclusivas 2010- Edição Albertina Brasil – “Nada sobre Nós Sem Nós”. Os Editais deverão ser publicados no Diário Oficial União de sexta-feira, dia 16 de abril.

Os quatro prêmios, que têm como objetivo dar continuidade às ações do Ministério da Cultura, por meio da SID, para a promoção e proteção da diversidade cultural do país, somam um total de R$ 3.230.000,00 em investimentos, beneficiando 235 iniciativas dos quatro segmentos. As inscrições, para os quatro concursos, poderão ser feitas pelos Correios, por áudio ou vídeo, e pela internet pelo sítio www.cultura.gov.br/diversidade.

Dos quatro concursos, voltados para segmentos diferenciados da cultura brasileira, os Prêmios Cultura Hip Hop 2010 e Arte e Cultura Inclusivas 2010 estão sendo lançados pela primeira vez pela SID. O Edital Cultura Hip Hop premiará 134 iniciativas do movimento Hip Hop, com o valor de R$ 13 mil cada, divididas em cinco categorias (Reconhecimento, Escola de Rua, Correria, Conhecimento – Quinto Elemento, e Conexões). Esta edição presta uma homenagem póstuma ao rapper, compositor e líder do movimento, Preto Ghóez. O Prêmio terá recursos de R$ 1,7 milhão e será realizado em parceria com a Secretaria da Cidadania Cultural (SCC/MinC), o Instituto Empreender e a Ação Educativa. Visite o sítio do Prêmio Cultura Hip Hop em www.premiohiphop.org.br .

O Prêmio Arte e Cultura Inclusiva 2010, que homenageia a professora e humanista Albertina Brasil, contemplará iniciativas culturais realizadas por pessoas com deficiência ou por grupos artísticos que tenham, em sua composição, pelo menos uma pessoa com deficiência. Serão premiadas também iniciativas de pessoas com ou sem deficiência que desenvolvam produtos, ações ou espaços culturais com acessibilidade. Serão 30 iniciativas, contempladas com o valor de R$ 12.500,00 para cada uma, distribuídas nas categorias de teatro, dança, música,  literatura, artes visuais e outras formas de expressão artística.

O Edital conta com a parceria da Fundação Nacional de Artes (Funarte), da Presidência da República (PR), por meio da Secretaria Especial dos Diretos Humanos (SEDH) e da Escola de Gente – Comunicação em Inclusão, e tem recursos da Petrobras, por meio da Lei de Incentivo à Cultura.

O Prêmio Culturas Ciganas 2010 está em sua segunda edição e premiará 30 iniciativas que envolvam trabalhos, individuais ou coletivos, que fortaleçam as expressões culturais ciganas e contribuam para a continuidade e manutenção das identidades dos diferentes clãs e povos presentes no Brasil. Cada iniciativa premiada receberá o valor de R$ 10 mil.

O Edital Culturas Ciganas 2010 será realizado em parceria com o Ministério da Saúde, por meio da Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa (SGEP); com a Presidência da República, por meio da Subsecretaria de Políticas para Comunidades Tradicionais da Secretaria Especial de Promoção de Políticas para a Igualdade Racial (SEPPIR) e da Subsecretaria de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos da Secretaria Especial dos Direitos Humanos (SEDH);  e com a Pastoral dos Nômades do Brasil.

O Prêmio Inclusão Cultural da Pessoa Idosa 2010 está em sua segunda edição e renderá homenagem a cantora e compositora Inezita Barroso. O concurso premiará iniciativas culturais apresentadas por pessoas físicas ou jurídicas de natureza cultural que beneficiem, diretamente, pessoas idosas. Serão premiadas também iniciativas de pessoas não idosas que desenvolvam ações e produtos culturais destinados a esse público alvo. Serão 40 iniciativas contempladas com o valor de R$ 20.000,00 para cada uma, nas categorias de Teatro, Dança, Música, Literatura, Artes Visuais e outras formas de expressão artística.

O Edital será realizado pela SID e pelo Instituto Empreender, com recursos da Petrobras por meio da Lei de Incentivo à Cultura.

Mais informações e/ou esclarecimentos podem ser obtidas pelo endereço eletrônico: identidadecultural@cultura.gov.br ou pelo telefone (61) 2024-2379.

(Heli Espíndola-Comunicação/SID)
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Pedro Assad e Meretrio em vídeo

O pianista Pedro Assad e o Meretrio apresentam-se no Espaço Cachuera! dia 24/4 (sábado), às 21h. No repertório, composições de Pedro Assad.

Veja uma participação deles no Sesc Instrumental:

Eles lançaram juntos o CD Na Cozinha. No blog pedroassad.blogspot.com há um memorial da produção do CD, apresentando de ensaios a shows, incluindo vídeos da gravação, mixagem, músicas pra ouvir, pra baixar, etc.
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A Ingoma Paulista: Samba de Bumbo, Jongo e Batuque de Umbigada

Assista em vídeo: Grupo Anima em Donzela Guerreira

A entrevista sobre o novo show e CD do Grupo Anima, Donzela Guerreira, foi gravada no Espaço Cachuera!.

O CD Donzela Guerreira foi lançado recentemente pelo selo SESC. Ele é acompanhado de livreto ilustrado pelo artista Adão Pinheiro e diversos textos, como um ensaio inédito de Walnice Nogueira Galvão, professora livre-docente de literatura na USP e autora de A Donzela Guerreira – um estudo de gênero (Editora Senac).

O Anima é formado por Gisela Nogueira (viola de arame), Luiz Fiaminghi (rabecas brasileiras e vielle), Marília Vargas (soprano), Marlui Miranda (voz e instrumentos indígenas), Paulo Dias (percussão afro-brasileira), Silvia Ricardino (harpa medieval) e Valeria Bittar (flautas renascentista, barroca e indígena).
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Convite para a abertura de “Puras Misturas” e lançamento do Pavilhão das Culturas Brasileiras neste domingo, 11 de abril, das 11h às 15h

A festa de lançamento do Pavilhão de Culturas Brasileiras terá a apresentação de cinco grupos musicais – Toré dos índios Pankararu, Congada de São Benedito, Moçambique de São Benedito, Bumba meu Boi do Grupo Cupuaçu e Hip Hop da Praça São Bento – que sairão de diferentes pontos do Parque do Ibirapuera e seguirão em cortejo até o Pavilhão

A Prefeitura de São Paulo inaugura no dia 11 de abril, domingo, a partir das 11h, a exposição “Puras Misturas”, que anuncia a criação do Pavilhão das Culturas Brasileiras, no Parque Ibirapuera. A futura instituição ocupará o Pavilhão Engenheiro Armando Arruda Pereira, um edifício de 11 mil metros quadrados projetado por Oscar Niemeyer nos anos 1950, tombado pelos órgãos de patrimônio histórico municipal, estadual e federal.

Depois de sediar eventos como a Bienal de Artes de São Paulo (1953) e o Pavilhão dos Estados durante o IV Centenário de São Paulo (1954), o prédio deixou de ser utilizado como espaço cultural para abrigar, por quase quatro décadas, a Prodam (Companhia de Processamento de Dados do Município de São Paulo) e agora retorna a sua vocação original.

A EXPOSIÇÃO DE LANÇAMENTO DA INSTITUIÇÃO

Em “Puras Misturas”, os visitantes conhecerão uma parte do acervo do futuro museu.  Serão exibidas peças de arte erudita, popular e indígena adquiridas recentemente pela Secretaria Municipal de Cultura ou vindas de outras coleções públicas, com destaque para os acervos do antigo Museu do Folclore Rossini Tavares de Lima, que desde o ano passado pertence à Secretaria, e da Missão de Pesquisas Folclóricas empreendida por Mário de Andrade. A curadoria geral é de Adélia Borges e Cristiana Barreto é a curadora geral adjunta.

A exposição celebrará a riqueza e diversidade da cultura do Brasil, apresentando um diálogo entre variadas formas de criação artística produzidas em diferentes tempos e lugares. “Ao construir diálogos entre as culturas letradas e iletradas, ou cultas e populares, será possível evidenciar como ambas se alimentam mutuamente, num processo permanente de recriação e ressignificação, que acaba por tornar equívoca a própria oposição entre essas duas esferas”, afirma Adélia Borges.

A expressão “Puras Misturas”, cunhada pelo escritor João Guimarães Rosa em carta a um amigo, foi escolhida para esse projeto por sua afinidade com o conceito da exposição. “Tomamos emprestada essa expressão paradoxal e contraditória porque ela expressa com poesia a trama que a nosso ver constitui a força maior da cultura brasileira. E esse processo é dinâmico, está sempre se reinventando”, diz Adélia.

A mostra traz cerca de 1.600 peças numa área de 2.500m2 e fica em cartaz até dia 12 de setembro de 2010.. Um módulo histórico chamado Da Missão à missão apresenta uma linha do tempo, construída em um painel de 180 metros de comprimento, com um histórico das principais iniciativas de difusão da diversidade da cultura brasileira. O painel terá início com a Missão de Pesquisas Folclóricas realizada em 1938 por iniciativa de Mário de Andrade, passando por nomes como os integrandes do Movimento Folclórico Brasileiro, em especial Rossini Tavares de Lima, além de Aloisio Magalhães e Lina Bo Bardi, entre outros. No final desse módulo, apresenta-se de forma sintética o projeto do Pavilhão, cuja missão será “pesquisar, registrar, salvaguardar e difundir a diversidade cultural brasileira”.

Um módulo propositivo traz peças de artistas como Alcides Pereira dos Santos, Artur Pereira, J. Borges, José Antonio da Silva e Zé do Chalé; coleções de ex-votos, rendas, bonecas de pano e xilogravuras do acervo reunido pelo Museu de Folclore; ao lado de peças emprestadas por colecionadores de artistas como Alex Flemming, Di Cavalcanti, Emmanuel Nassar, Farnese, Fulvio Pennacchi, Luiz Hermano, Mauro Fuke, Rubem Grilo, Samico, Tarsila do Amaral, Vicente Rego Monteiro, Victor Brecheret. A arte indígena estará representada com diferentes povos, como os Mehinako do Mato Grosso, os Tukano do Amazonas e Kadiweu, do Mato Grosso do Sul, além de peças arqueológicas da cultura Marajoara.

O FUTURO PAVILHÃO DAS CULTURAS BRASILEIRAS

A revitalização do pavilhão Engenheiro Armando Arruda Pereira, necessária para abrigar o futuro Pavilhão das Culturas Brasileiras, teve pré-projeto conceitual iniciado em 2008, sob a coordenação de Adélia Borges, com a participação de Cristiana Barreto, Marcelo Manzatti e Maria Lúcia Montes, entre outros colaboradores e consultores. Neste mesmo ano, o escritório de Pedro Mendes da Rocha foi contratado pela Secretaria Municipal de Cultura para elaborar projeto executivo de restauro e adequação do prédio ao uso museológico.

Para restaurar o pavilhão, a Secretaria Municipal de Cultura buscará recursos do governo estadual e federal para custear as intervenções de restauro das fachadas e cobertura; as obras internas e implantação de sistema de ar-condicionado e ventilação.

O Pavilhão abriga todo o acervo do antigo Museu do Folclore Rossini Tavares de Lima, que ocupava o prédio da Oca até 2000, quando foi transferido para a Casa do Sertanista em função da Mostra do Redescobrimento. A coleção, que passou por catalogação e higienização, conta com cerca de 3.600 objetos (cerâmicas, roupas, gravuras, pinturas, esculturas, etc.), 2.200 fotografias, 400 registros sonoros e 9750 livros e documentos. Todo o acervo já se encontra no edifício no Ibirapuera.

A Secretaria Municipal de Cultura irá centralizar no Pavilhão das Culturas Brasileiras outros acervos municipais que hoje se encontram dispersos, como a coleção da Missão de Pesquisas Folclóricas de Mário de Andrade, peças de Vitalino que se encontram na Biblioteca Mário de Andrade e obras de arte indígena do Museu da Cidade. Muitas delas se encontram há vários anos inacessíveis à população.

O secretário Carlos Augusto Calil diz que “a iniciativa da Secretaria Municipal de Cultura ao decidir criar o Pavilhão das Culturas Brasileiras foi o de dar visibilidade às preciosas coleções da Missão de Pesquisas Folclóricas e do Museu do Folclore, coligidas por Mário de Andrade e Rossini Tavares de Lima. E sobretudo o de atualizar o esforço notável desses intelectuais na fixação de uma arte espontânea que se confunde com o gesto criativo do artista brasileiro. Nesse percurso de mais de 70 anos, contribuíram decisivamente Lina Bo Bardi, cuja exposição ‘A mão do povo brasileiro’ marcou o imaginário de nossa geração, e Aloísio Magalhães, que via no design e na arquitetura o mesmo grau de invenção dos nossos mais autênticos artistas populares” Ele conclui: “A eles – e a seu legado – dedicamos a nova instituição.

Exposição “Puras Misturas”

Abertura dia 11 de abril, domingo, das 11h às 15h – Visitação: até 12 de setembro de 2010

Horários: terça a domingo, das 9 às 18h, entrada até às 17h

Grátis • Censura livre • Exposição acessível

Local: Pavilhão Eng. Armando Arruda Pereira – Parque do Ibirapuera, portão 10

Endereço: Rua Pedro Álvares Cabral, s/nº – São Paulo, SP – Telefone: 5083 0199

Visita monitorada: atendimento a grupos escolares, organizações da sociedade civil, associações de moradores, etc, mediante agendamento pelo tel. (11) 5083 0199 ou e-mail agendamentopavilhao@gmail.com
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Cantoria e cordel abrem programação em homenagem a Câmara Cascudo na Belmonte

Convida

A Biblioteca Belmonte, temática em cultura popular, dá início, a partir de sábado, dia 10/04, a uma série de eventos em homenagem à vida e à obra de um dos maiores estudiosos da cultura popular no Brasil: Luis da Câmara Cascudo. Câmara Cascudo se notabilizou pela dedicação à pesquisa dos “fazeres” e “saberes” da nossa cultura popular, o que pode ser constatado na sua vasta bibliografia.

Cordel e Repente Encantados de Câmara Cascudo

A dupla Louro Branco & Valdir Teles desfiará em pelejas no repente, a obra de Cascudo. Moreira de Acopiara, o apresentador da Dupla, também declamará um cordel especialmente feito para o lançamento do projeto da biblioteca e o distribuirá aos presentes e aos participantes de todas as ações, ao longo de sua realização, aqui na biblioteca. Este cordel, “Luis Da Câmara Cascudo”, traz a cronologia da bibliografia de Cascudo muito bem elaborada e comentada em versos rimados. No próximo, sábado, dia 10/04, às 16hs.

Manoel Moreira Júnior, mais conhecido por Moreira de Acopiara, nasceu no dia 23 de julho de 1961, no município de Acopiara, interior do Estado do Ceará, onde viveu até os seus vinte anos, entre muito trabalho e muita leitura. Começou a fazer versos ainda criança, em Acopiara, influenciado pelos poetas cordelistas e pelo poeta Patativa do Assaré, que conheceu muito cedo e com quem chegou a trabalhar um pouco mais tarde. Deixou o sertão nordestino em 1981, estabelecendo-se em São Paulo. Gravou dois CD’s com poemas de sua autoria. Publicou mais de cem folhetos de cordel e oito livros. Em 2005 foi eleito para a Academia Brasileira de Literatura de Cordel, ABLC, com sede no Rio de Janeiro.
O poeta repentista Louro Branco nasceu em Feiticeiro, município de Jaguaribe, Ceará, e mora em Santa Cruz do Capibaribe, Pernambuco. Repentista renomado, gravou vários CD’s. Como poeta de bancada publicou dois livros. Como compositor teve várias músicas de sua autoria gravadas por vários nomes da música nordestina. Primeiro lugar em centenas de Festivais de Repentistas, tem viajado o Brasil inteiro cantando repente com os maiores nomes dessa arte e declamando seus poemas, na maioria das vezes bem humorados.

Valdir Teles é outro campeão do Repente e da Viola. Nasceu no berço da poesia, São José do Egito, Pernambuco, em julho de 1955, e reside em Tuparetama. Tem mais de dez CD’s gravados e é ganhador de inúmeros festivais de Cantadores Repentistas Brasil afora. Também compõe forró “pé de serra” e canta, tendo já gravado vários CD’s.


Encontro com Poetas Cordelistas

Encontro do público especialmente convidado com um Poeta Cordelista e suas construções literárias e que tem como pano de fundo: o Cordel (manifestação impressa em versos metrificados e rimados), a música, a exposição de folhetos, a xilogravura, a leitura de cordel e a poesia tradicional nordestina.

Nesta primeira edição, a Biblioteca Belmonte convida o Poeta Cordelista João Gomes de Sá para expor suas obras e bater um papo descontraído com os convidados e público em geral.
Imperdível! Agende sua escola imediatamente!

Dia 15/04/2010, quinta-feira, às 19h00.
Rua Paulo Eiró, 525 -
Santo Amaro – 04752-010
Tel: (11) 5687 0408
e (11) 5691 0433

Núcleo Cachuera! de Artes em vídeo: Memória do Mar . Pele e Pulso

Os vídeos, de Anahí Santos, exibem performances das dançarinas Luanda Jacoel e Vanusia Assis, integrantes do Núcleo Cachuera! de Artes.

As imagens foram captadas no Espaço Cachuera!  durante a apresentação do espetáculo “Criação em Dança no Universo Simbólico Brasileiro”, em 2006.

No YouTube o texto que os apresenta segue abaixo:

“Terra, ancestralidade, memória, pele, pulso.

Sob a luz de um olhar contemporâneo a dançarina trabalha o universo simbólico das danças, cantos, ritmos e histórias das artes populares afro-brasileiras praticadas na região sudeste na criação de um repertório próprio de movimentos.”

Memória do Mar


Pele e Pulso


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Bate-papo: Música e Diversidade

O SESC Vila Mariana apresenta em Março

MÚSICA E DIVERSIDADE

Apresentações artísticas e discussões que exploram a música como forma de manifestação de diferentes culturas. Nesta edição, a presença da tradição oral na música.

BATE-PAPO

A PRESENÇA DA TRADIÇÃO ORAL
O bate-papo aborda a tradição oral como força expressiva na construção ou manutenção de sonoridades musicais.O debate propõe discutir como o registromusical se constitui, se alicerçaeaindacomo é transmitido em comunidades em que esta tradição se evidencia.

Com

Alberto Tsuyoshi Ikeda
Professor doutor de Etnomusicologia e Cultura Popular do Instituto de Artes, da UNESP.

Paulo Dias
Integrante do grupo ANIMA e um dos fundadores da Associação Cultural Cachuera!, entidade que tem como objetivo a pesquisa, o registro e a divulgação da cultura popular brasileira.

Alexandre Pimentel
Sócio fundador da Associação Cultural Caburé (RJ), entidade sem fins lucrativos, formada em 2002, que visa a realização de projetos voltados para o fomento e a divulgação da cultura popular brasileira, é responsável pela gestão do projeto Museu Vivo do Fandango.

Mediação de Waldeny Caldas

Dia 30, terça-feira, às 20h

R$ 12,00 (inteira); R$ 6,00 (usuário inscrito no SESC, +60 anos, estudante e professor da rede pública). R$ 3,00 (trabalhador no comércio de bens de serviços matriculado no SESC).

Auditório
SESC Vila Mariana
Rua Pelotas, 141 – Fone: 11 5080-3000
De terça a sexta, das 9h às 21h30;
sábado, domingo e feriado, das 10h às 18h30 email@vilamariana.sescsp.org.br
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Edital A Cor da Cultura

Está no ar o edital do projeto Cor da Cultura de seleção de instituições para a formação de educadores.

Saiba mais em www.acordacultura.org.br.
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Noite do Batuque de Umbigada em Piracicaba SP

SARAVÁ BATUQUEIROS E BATUQUEIRAS GRANDE NOITE DO BATUQUE DE UMBIGADA EM PIRACICABA SP, O EVENTO ACNTECERÁ NO DIA 08/05/10 Á PARTIR DAS 23:00HS COMEMORANDO MAIS UM ANIVERSÁRIO DA SOCIEDADE TREZE DE MAIO E CONTARÁ COM AS SEGUINTES PARTICIPAÇÕES:
-BATUQUE DE UMBIGADA DE PIRACICABA, TIETÊ, CAPIVARI E RIO CLARO
-CASA DE BATUQUE DE FOGO VERDE
-PROJETO CASA DE BATUQUEIRO
-ASSOCIAÇÃO CULTURAL ERÊS
GRANDE OPORTUNIDADE PARA REVERMOS VELHOS AMIGOS E ENCONTRARMOS OUTROS NOVOS
-CLUBE TREZE DE MAIO
-RUA TREZE DE MAIO 1118
-CENTRO PRÓXIMO A ESTAÇÃO RODOVIÁRIA
-PIRACICABA SP

OBS – QUEM VEM ?
DEIXE SEU TOQUE

Fonte: Lista Culturas Populares

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Mais Cultura premia literatura de cordel

O Prêmio Mais Cultura de Literatura de Cordel 2010 – Edição Patativa de Assaré fará a seleção de 200 iniciativas culturais vinculadas à criação e produção, pesquisa, formação e difusão da Literatura de Cordel e linguagens afins, a exemplo da Xilogravura, do Repente, do Coco e da Embolada. O Edital contará com R$ 3 milhões em recursos, a serem distribuídos entre as iniciativas contempladas. As inscrições encerram-se no dia 26 de abril. Os interessados podem concorrer em quatro categorias: Criação e Produção – apoio à edição e reedição de folhetos de cordel, livros, CDs e DVDs; Pesquisa – dissertações de mestrado, teses de doutorado ou reedição de livros publicados até 10 de março de 2010; Formação – projetos que contribuam para a formação de profissionais que atuam em áreas que dialogam com a Literatura de Cordel e suas linguagens afins, como cursos e seminários; e Difusão – eventos e produtos culturais que contribuam para a valorização e propagação da cultura popular, como feiras, mostras, festivais e outras iniciativas.

Para saber mais informações, visite o sitio do Ministério da Cultura www.cultura.gov.br ou entre em contato com a Coordenação do Mais Cultura pelos telefones (61) 2024-2333 / 2335 / 2339|

Fonte: Lista Culturas Populares
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Mais do Memórias: convite em vídeo para a temporada no Espaço Cachuera!


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Memórias de um Caramujo – assista ao vídeo inédito

O grupo Memórias de um Caramujo está em temporada no Espaço Cachuera!, sempre aos sábados de março, às 21h. Ingressos: R$ 20,00 e R$ 10,00 (meia entrada para estudantes, professores, músicos e acima de 60 anos mediante comprovação).

Baixe o livro Além das Redes de Colaboração

Composto por diversos artigos, o livro estabelece relações entre internet, diversidade cultural e tecnologias do poder. Está disponível para downoload em:

http://rn.softwarelivre.org/alemdasredes/wp-content/uploads/2008/08/livroalemdasredes.pdf

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12º Ilú na Mesa – Pontos de Cultura: Caminhos e Desafios

Horário: 19 março 2010 de 19:30 a 22:00
Local: Ação Educativa
Organizado por: Baby Amorim

Ilú Obá De Min – Educação, Cultura e Arte Negra
Ponto de Cultura Ilú Ònà Caminhos do Tambor
Convida para o Ciclo de Palestras e Debates
12º ILÚ NA MESA

Convidadas:

Fernanda Vargas - Educadora Popular, Defensora de Direitos, graduada em Psicologia. Nascida e vivida na urbanidade de São Paulo, filha das misturas entre o sertão cearense e os altiplanos bolivianos. Coordena os projetos do Ponto de Cultura e de Mobilização Comunitária do CEDECA Interlagos – Centro de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente localizado no extremo sul da cidade. Ponto de Cultura do Cedeca Interlagos

Valquíria Rosa – Graduada em Comunicação das Artes do Corpo pela  PUC-SP na área de Performance, atua no cenário artístico desde 1986, participando de produções musicais, teatrais, de dança, vídeo  e também como arte educadora. É presidente e sócia fundadora da Associação Baobá de Canto Coral  e diretora artística do Baobá Coral Infanto Juvenil. Ponto de Cultura Baobá de Canto Coral

Raquel Trindade - Pintora, dançarina, coreógrafa, grande conhecedora da história e cultura afro-brasileira, é considerada uma das maiores griots (guardiões do conhecimento) vivas no Brasil. Fundadora do TPST (Teatro Popular Solano Trindade) e da Nação Kambinda de Maracatu, sempre ministrou cursos e oficinas livres por todo o país. Ponto de Cultura Solano Trindade Raízes de Cultura

Baby Amorim – Bailarina, artista plástica, ritmista e produtora, iniciou a carreira artística em 75 e como produtora em 2006, atuando desde então nos projetos da associação Ilú Obá De Min – Educação, Cultura e Arte Negra. Em 2009, criou a rede Aruanda Mundi, um espaço para a divulgação de trabalhos acadêmicos, artísticos e saberes da cultura afro-brasileira e africana. Ponto de Cultura Ilú Ònà Caminhos do Tambor

Mediadora: Juliana Flory Motta – atriz, integrante do grupo Pombas Urbanas desde 1994, participa há 15 anos de todos os espetáculos e projetos do grupo, inclusive a criação do Instituto Pombas Urbanas. Formou-se em 1999, no curso técnico Ator do SENAC, coordenado por Lino Rojas. Fora dos palcos, atua na área de comunicação, elaboração e coordenação de projetos como o Pontão Pombas Urbanas de Teatro em Comunidade, Arte em Construção Semeando Asas na Comunidade e Projeto Canto das Letras, ganhador em 2007 do prêmio Itaú-Unicef Todos Pela Educação. Pontão de Cultura Pombas Urbanas de Teatro em Comunidade

Fonte: Baby Amorim – Aruanda Mundi
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