Monthly Archive for março, 2010

Núcleo Cachuera! de Artes em vídeo: Memória do Mar . Pele e Pulso

Os vídeos, de Anahí Santos, exibem performances das dançarinas Luanda Jacoel e Vanusia Assis, integrantes do Núcleo Cachuera! de Artes.

As imagens foram captadas no Espaço Cachuera!  durante a apresentação do espetáculo “Criação em Dança no Universo Simbólico Brasileiro”, em 2006.

No YouTube o texto que os apresenta segue abaixo:

“Terra, ancestralidade, memória, pele, pulso.

Sob a luz de um olhar contemporâneo a dançarina trabalha o universo simbólico das danças, cantos, ritmos e histórias das artes populares afro-brasileiras praticadas na região sudeste na criação de um repertório próprio de movimentos.”

Memória do Mar


Pele e Pulso


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Bate-papo: Música e Diversidade

O SESC Vila Mariana apresenta em Março

MÚSICA E DIVERSIDADE

Apresentações artísticas e discussões que exploram a música como forma de manifestação de diferentes culturas. Nesta edição, a presença da tradição oral na música.

BATE-PAPO

A PRESENÇA DA TRADIÇÃO ORAL
O bate-papo aborda a tradição oral como força expressiva na construção ou manutenção de sonoridades musicais.O debate propõe discutir como o registromusical se constitui, se alicerçaeaindacomo é transmitido em comunidades em que esta tradição se evidencia.

Com

Alberto Tsuyoshi Ikeda
Professor doutor de Etnomusicologia e Cultura Popular do Instituto de Artes, da UNESP.

Paulo Dias
Integrante do grupo ANIMA e um dos fundadores da Associação Cultural Cachuera!, entidade que tem como objetivo a pesquisa, o registro e a divulgação da cultura popular brasileira.

Alexandre Pimentel
Sócio fundador da Associação Cultural Caburé (RJ), entidade sem fins lucrativos, formada em 2002, que visa a realização de projetos voltados para o fomento e a divulgação da cultura popular brasileira, é responsável pela gestão do projeto Museu Vivo do Fandango.

Mediação de Waldeny Caldas

Dia 30, terça-feira, às 20h

R$ 12,00 (inteira); R$ 6,00 (usuário inscrito no SESC, +60 anos, estudante e professor da rede pública). R$ 3,00 (trabalhador no comércio de bens de serviços matriculado no SESC).

Auditório
SESC Vila Mariana
Rua Pelotas, 141 – Fone: 11 5080-3000
De terça a sexta, das 9h às 21h30;
sábado, domingo e feriado, das 10h às 18h30 email@vilamariana.sescsp.org.br
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Edital A Cor da Cultura

Está no ar o edital do projeto Cor da Cultura de seleção de instituições para a formação de educadores.

Saiba mais em www.acordacultura.org.br.
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Noite do Batuque de Umbigada em Piracicaba SP

SARAVÁ BATUQUEIROS E BATUQUEIRAS GRANDE NOITE DO BATUQUE DE UMBIGADA EM PIRACICABA SP, O EVENTO ACNTECERÁ NO DIA 08/05/10 Á PARTIR DAS 23:00HS COMEMORANDO MAIS UM ANIVERSÁRIO DA SOCIEDADE TREZE DE MAIO E CONTARÁ COM AS SEGUINTES PARTICIPAÇÕES:
-BATUQUE DE UMBIGADA DE PIRACICABA, TIETÊ, CAPIVARI E RIO CLARO
-CASA DE BATUQUE DE FOGO VERDE
-PROJETO CASA DE BATUQUEIRO
-ASSOCIAÇÃO CULTURAL ERÊS
GRANDE OPORTUNIDADE PARA REVERMOS VELHOS AMIGOS E ENCONTRARMOS OUTROS NOVOS
-CLUBE TREZE DE MAIO
-RUA TREZE DE MAIO 1118
-CENTRO PRÓXIMO A ESTAÇÃO RODOVIÁRIA
-PIRACICABA SP

OBS – QUEM VEM ?
DEIXE SEU TOQUE

Fonte: Lista Culturas Populares

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Mais Cultura premia literatura de cordel

O Prêmio Mais Cultura de Literatura de Cordel 2010 – Edição Patativa de Assaré fará a seleção de 200 iniciativas culturais vinculadas à criação e produção, pesquisa, formação e difusão da Literatura de Cordel e linguagens afins, a exemplo da Xilogravura, do Repente, do Coco e da Embolada. O Edital contará com R$ 3 milhões em recursos, a serem distribuídos entre as iniciativas contempladas. As inscrições encerram-se no dia 26 de abril. Os interessados podem concorrer em quatro categorias: Criação e Produção – apoio à edição e reedição de folhetos de cordel, livros, CDs e DVDs; Pesquisa – dissertações de mestrado, teses de doutorado ou reedição de livros publicados até 10 de março de 2010; Formação – projetos que contribuam para a formação de profissionais que atuam em áreas que dialogam com a Literatura de Cordel e suas linguagens afins, como cursos e seminários; e Difusão – eventos e produtos culturais que contribuam para a valorização e propagação da cultura popular, como feiras, mostras, festivais e outras iniciativas.

Para saber mais informações, visite o sitio do Ministério da Cultura www.cultura.gov.br ou entre em contato com a Coordenação do Mais Cultura pelos telefones (61) 2024-2333 / 2335 / 2339|

Fonte: Lista Culturas Populares
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Mais do Memórias: convite em vídeo para a temporada no Espaço Cachuera!


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Memórias de um Caramujo – assista ao vídeo inédito

O grupo Memórias de um Caramujo está em temporada no Espaço Cachuera!, sempre aos sábados de março, às 21h. Ingressos: R$ 20,00 e R$ 10,00 (meia entrada para estudantes, professores, músicos e acima de 60 anos mediante comprovação).

Baixe o livro Além das Redes de Colaboração

Composto por diversos artigos, o livro estabelece relações entre internet, diversidade cultural e tecnologias do poder. Está disponível para downoload em:

http://rn.softwarelivre.org/alemdasredes/wp-content/uploads/2008/08/livroalemdasredes.pdf

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12º Ilú na Mesa – Pontos de Cultura: Caminhos e Desafios

Horário: 19 março 2010 de 19:30 a 22:00
Local: Ação Educativa
Organizado por: Baby Amorim

Ilú Obá De Min – Educação, Cultura e Arte Negra
Ponto de Cultura Ilú Ònà Caminhos do Tambor
Convida para o Ciclo de Palestras e Debates
12º ILÚ NA MESA

Convidadas:

Fernanda Vargas - Educadora Popular, Defensora de Direitos, graduada em Psicologia. Nascida e vivida na urbanidade de São Paulo, filha das misturas entre o sertão cearense e os altiplanos bolivianos. Coordena os projetos do Ponto de Cultura e de Mobilização Comunitária do CEDECA Interlagos – Centro de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente localizado no extremo sul da cidade. Ponto de Cultura do Cedeca Interlagos

Valquíria Rosa – Graduada em Comunicação das Artes do Corpo pela  PUC-SP na área de Performance, atua no cenário artístico desde 1986, participando de produções musicais, teatrais, de dança, vídeo  e também como arte educadora. É presidente e sócia fundadora da Associação Baobá de Canto Coral  e diretora artística do Baobá Coral Infanto Juvenil. Ponto de Cultura Baobá de Canto Coral

Raquel Trindade - Pintora, dançarina, coreógrafa, grande conhecedora da história e cultura afro-brasileira, é considerada uma das maiores griots (guardiões do conhecimento) vivas no Brasil. Fundadora do TPST (Teatro Popular Solano Trindade) e da Nação Kambinda de Maracatu, sempre ministrou cursos e oficinas livres por todo o país. Ponto de Cultura Solano Trindade Raízes de Cultura

Baby Amorim – Bailarina, artista plástica, ritmista e produtora, iniciou a carreira artística em 75 e como produtora em 2006, atuando desde então nos projetos da associação Ilú Obá De Min – Educação, Cultura e Arte Negra. Em 2009, criou a rede Aruanda Mundi, um espaço para a divulgação de trabalhos acadêmicos, artísticos e saberes da cultura afro-brasileira e africana. Ponto de Cultura Ilú Ònà Caminhos do Tambor

Mediadora: Juliana Flory Motta – atriz, integrante do grupo Pombas Urbanas desde 1994, participa há 15 anos de todos os espetáculos e projetos do grupo, inclusive a criação do Instituto Pombas Urbanas. Formou-se em 1999, no curso técnico Ator do SENAC, coordenado por Lino Rojas. Fora dos palcos, atua na área de comunicação, elaboração e coordenação de projetos como o Pontão Pombas Urbanas de Teatro em Comunidade, Arte em Construção Semeando Asas na Comunidade e Projeto Canto das Letras, ganhador em 2007 do prêmio Itaú-Unicef Todos Pela Educação. Pontão de Cultura Pombas Urbanas de Teatro em Comunidade

Fonte: Baby Amorim – Aruanda Mundi
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III Simpósio Internacional de Cultura e Comunicação na América Latina

Cotas: uma questão de justiça social – entrevista com Fábio Konder Comparato

http://www.cartacapital.com.br/app/materia.jsp?a=2&a2=6&i=6213

Entre os dias 3 e 5 de março, 45 especialistas discutiram a legitimidade da reserva de vagas para negros em universidade públicas no plenário do Supremo Tribunal Federal. A audiência pública foi convocada pelo ministro Ricardo Lewandowski, relator de um processo movido pelo partido Democratas (ex-PFL) contra a Universidade de Brasília (UnB), que reserva 20% das vagas disponíveis no seu vestibular a estudantes negros.

Para o jurista Fábio Konder Comparato, professor aposentado da Universidade de São Paulo e um dos defensores da proposta, a adoção de cotas raciais nas universidades públicas “não apenas é constitucional, como a ausência desse tipo de política representa uma inconstitucionalidade por omissão”. Confira, abaixo, a íntegra da entrevista concedida à CartaCapital.

CartaCapital: As cotas raciais são constitucionais?
Fábio Konder Comparato: Em primeiro lugar, é preciso saber que a reserva de vagas para negros nas universidades públicas não apenas é constitucional como a ausência desse tipo de política representa uma inconstitucionalidade por omissão. O artigo 3º, inciso III, da Constituição de 1988, é muito claro a esse respeito. “Constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil: erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais”. Essa determinação constitucional não é um simples programa de intenções. É uma norma obrigatória. Enquanto os poderes públicos não cumprem esse objetivo nem tomam medidas para atingi-lo, eles estão descumprindo a Constituição. No caso específico da população negra, a desigualdade é brutal. Atualmente, pretos e pardos representam mais de 70% dos 10% mais pobres da nossa população. Eles são os pobres dos pobres. No mercado de trabalho, com a mesma
qualificação e escolaridade, os negros recebem em média a metade do salário pago aos brancos. Enquanto 58% da população branca está no Ensino Médio, há apenas 37% de negros neste mesmo nível educacional.

CC: Daí a necessidade de políticas de inclusão. Mas não necessariamente de reserva de vagas ou cotas raciais, afirmam os críticos da medida. O senhor concorda?
FKC: Essas distorções se reproduzem no Ensino Superior. Além disso, a Constituição tem outros dispositivos análogos à proposta de reserva de vagas para negros nas universidades. No artigo 7º, inciso XX, estabelece-se a necessidade de “proteção do mercado de trabalho da mulher, mediante incentivos específicos”. Da mesma forma como os opositores das cotas chamam esse tipo de política de racista, poderíamos dizer que a Constituição, nesse ponto, foi sexista. Mas não é esse o entendimento, trata-se de uma medida de proteção a uma minoria. E eu insisto num ponto: a ausência de medidas de inclusão como as cotas nas universidades é que representa um descumprimento da norma constitucional. E, devo acrescentar, se ficarmos apenas nessa política de cotas nas universidades, estaremos apenas cumprindo o mínimo daquilo que deveríamos fazer para levantar a população negra no Brasil.

CC: Por mais que se constate a vulnerabilidade da população negra no Brasil, muitos criticam a adoção de critérios raciais no ingresso à universidade. Boa parte deles defende a adoção de critérios estritamente sociais para as cotas, como a renda familiar. Há validade neste tipo de argumento?
FKC: Bom, esse é um retrato do Brasil. Nos EUA, o racismo é declarado, não é escondido. E os americanos tomam medidas para reduzir as desigualdades entre as diferentes etnias. No Brasil, o racismo é enrustido e dissimulado. E toda vez que procuramos lutar contra essa desigualdade escandalosa, os conservadores racistas se põem de pé e bradam contra a existência de “políticas racistas”. Exteriormente temos uma brilhante Constituição, equivalente a dos países mais avançados do mundo. Mas isso daqui é só para inglês ver. Internamente, cada um sabe o seu lugar. E nada de pular de galho, senão o cidadão se arrebenta no chão. Isso representa uma hipocrisia difícil de ser tolerada.

CC: Essa hipocrisia também se verifica no discurso meritocrático? Isto é, de que apenas pelo mérito os melhores alunos deveriam ingressar no Ensino Superior.
FKC: Mas os negros vão entrar na universidade de que jeito? Por decreto? Eles também não passam por um processo de seleção, pelo vestibular? Na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, quando foi criado um curso de pós-graduação em Direitos Humanos, nós criamos vagas preferenciais para estudantes negros e para deficientes físicos. No caso dos negros, o desempenho deles foi exatamente igual ao dos brancos. E eles não entraram de graça, tiveram de passar por um rigoroso processo de admissão.

CC: Para o senhor, todos esses argumentos são falaciosos?
FKC: Sim. Tanto que o partido que encampou essa ação de inconstitucionalidade das cotas é um retrato do Brasil. Eles, com o perdão da palavra, se auto-intitulam “Democratas”. É… no nome são. Mas aqui é assim, tudo é só no nome. Nada é pra valer.

CC: Mas porque este tipo de argumento sensibiliza até mesmo pessoas com histórico de militância no movimento negro, e que identificam nas cotas raciais um precedente perigoso?
FKC: Eu entendo isso. Depois de quase quatro séculos de escravidão, existe na mentalidade dos pretos e pardos um complexo de inferioridade muito grande. E muitos rejeitam medidas que consideram puramente assistenciais. Mas estes representam, evidentemente, uma minoria. A grande maioria da população negra é indiferente. Eles engoliram o racismo que sofreram por séculos e não protestam. E há uma minoria esclarecida que defende a dignidade da população negra e exige o cumprimento da Constituição. Assim como há também uma minoria que não quer mexer no assunto porque, segundo eles, isso seria um reconhecimento de que os negros são inferiores. De modo geral, eles se consideram iguais em tudo em relação aos brancos. Acontece que eles não são iguais economicamente ou
socialmente. Os negros estão em situação de grande penúria e os dados que passei não são invenção, tratam-se de dados oficiais. É preciso reconhecer essa injustiça flagrante para lutar contra ela.

CC: Há uma série de ações contestando as cotas raciais na Justiça. O senhor tem conhecimento se também existem ações contra o poder público por descumprimento da Constituição, no que diz respeito à redução das desigualdades étnicas?
FKC: Na Justiça do Trabalho, fiquei sabendo de algumas poucas ações contra bancos, por haver – dissimuladamente, como sempre no Brasil – uma política de não contratação de negros. E foi só recentemente que começaram a aparecer apresentadores negros na tevê brasileira. Os últimos dados do Instituto de Pesquisas Econômicas e Aplicadas (Ipea) mostram que, em 2006, 55,2% da nossa população masculina se reconheceu como negra. E 49,7% das mulheres brasileiras também se reconheciam como negras. Levando em conta o percentual considerável daqueles que não reconhecem a sua origem africana, os negros constituem a maioria incontestável da população no Brasil. Deveríamos ficar de braços cruzados em relação à marginalização desse povo?

CC: O senhor acredita que a política de reserva de vagas para negros tende a sair das universidades e ser aplicada também no mercado de trabalho, para corrigir essas distorções?
FKC: Acho que sim. Não sei bem se os EUA podem servir de modelo, mas eles estão bem mais adiantados do que nós nesse quesito. Não só pelas políticas de inclusão nas universidades, mas também pelas ações afirmativas para garantir o emprego da população negra em instituições privadas e no serviço público. Também não podemos nos esquecer que a eleição de um presidente negro, nos EUA, é um fato extraordinário. E eles já tinham, desde o começo dos anos 60, um juiz negro na Suprema Corte. Só agora, com o governo Lula, o Brasil viu a nomeação de um juiz negro para o Supremo: o ministro Joaquim Barbosa. Nós sempre estamos atrasados em relação os EUA. Parece que só copiamos deles o que não presta, como as perversas técnicas capitalistas americanas, sobretudo no mercado financeiro.
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Concerto de lançamento do novo Cd do Grupo Anima – Donzela Guerreira

Mais informações:
http://www.sescsp.org.br/sesc/revistas/subindex.cfm?Paramend=1&IDCategoria=6496
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Negros, índios e o Brasil – diálogos na Cultura

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Itaú Cultural lança novos editais

ITAÚ CULTURAL LANÇA NOVOS EDITAIS

O Itaú Cultural lançou novos editais do programa Rumos: Teatro, Música, Literatura e Pesquisa Acadêmica.

As inscrições são gratuitas e vão até 30 de junho (com exceção das de literatura, que encerram em 31 de julho). Os resultados serão divulgados no segundo semestre de 2010 no site da instituição – www.itaucultural.org.br/rumos.

Fonte: Lista da Rede Pontos de Cultura de Diadema

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Instituto Búzios – Informe março de 2010

Leia no portal do Instituto Búzios:  

O destino das cotas no país

Audiência pode ter consolidado tendência a favor das cotas

 Governo financiará aula de cultura africana

Zappiens.br: serviço gratuito de distribuição de vídeos para pesquisa e ensino

E outras notícias 

Acesse: www.institutobuzios.org.br

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Encontro de formação “Quão negros somos”

Módulo I

Este encontro de formação visa reunir diversas ações direcionadas à valorização dos saberes da cultura popular afro-brasileira, objetivando estabelecer um diálogo entre diferentes atores envolvidos com a transmissão destes saberes no município de São Carlos, bem como contribuir para a troca de experiências e interlocução entre os conhecimentos transmitidos no ambiente escolar e os saberes da cultura popular afro-brasileira. É direcionado ao corpo docente da rede municipal de ensino, estudantes, pesquisadores e demais interessados da comunidade são carlense.

PROGRAMAÇÃO

18.03 – Quinta-Feira
Local: Paço Municipal
19h – Mesa de abertura: Cultura Afro-Brasileira na Educação: Parcerias e Possibilidades. Presença de representantes: Ministério da Cultura, Prefeitura Municipal de São Carlos, NEAB/UFSCar e Teia – Casa de Criação
20h30 – Apresentação Cultural: Grupo Girafulô

19.03 – Sexta-Feira
Local: Paço Municipal
19h- Mesa: Perspectivas na relação entre saberes populares e escolares. Presença de representantes dos Grupos Culturais: Urucungus, Ação Griô, Teia das Culturas e da Câmara Técnica de Educação das Relações Étnico-Raciais, do Conselho Municipal de Educação de São Carlos.
20h30 – Cortejo: Grupo Rochedo de Ouro / São Carlos

20.03 – Sábado
Manhã – SESC São Carlos
9h00 – 10h30 Mostra de Trabalhos da Cultura Popular Afro-Brasileira (exposição de painéis com ações, experiências e projetos desenvolvidos em São Carlos).
10h30 – 12h- Roda de Conversa: Cultura Afro-Brasileira: Ações Locais e Troca de Experiências (troca de experiências entre professores-autores dos trabalhos apresentados, grupos de cultura popular, sociedade civil organizada e comunidade).

Tarde – SESC São Carlos
14:30h – 18:00
Oficina I: Formação de Pedagogia Griô (com o grupo Ação Griô) Público-alvo: professores e educadores (Ação Griô)

Oficina II: Práticas Culturais com o Grupo Urucungus – Campinas
Público-alvo: estudantes

Noite – Teia – Casa de Criação
19h – 22h Hora Feliz
Encontro Aberto de Confraternização

21.03 – Domingo
Local: Centro da Juventude Elaine Viviani – Monte Carlo
15h – 22h Festival Cultura
Centro Esportivo de Capoeira Angola – Academia João Pequeno de Pastinha; Companhia de Santo Reis Estrela Guia, Grupo Rochedo de Ouro, Grupo de Pesquisa e Prática em Danças Brasileiras – Girafulô, Ala Show da Escola de Samba Rosas Negras, Jamil e o Grupo de Catira Pés Palmas e Coração, Mc Teddy paçoca e Beat Majester’s CPP São Carlos, Urucungos Puítas e Quijêngues. Alimentação e Feira de Economia Solidária

INSCRIÇÕES

As inscrições para participação no evento só serão aceitas via e-mail: educacao@saocarlos.sp.gov.br

Importante: Só serão emitidos certificados aos participantes que estiverem presentes em todas as atividades dos dias 18, 19 e 20. O módulo II desta formação será oferecido no 2º. semestre. Serão emitidos certificados totalizando 30h aos participantes dos módulos I e II.

APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS

Serão aceitos trabalhos como relatos de experiências, atividades, projetos em andamento ou concluídos na área de Cultura Popular Afro-Brasileira. As inscrições são gratuitas e o período para envio dos trabalhos é de 26 de Fevereiro a 12 de Março de 2010. As inscrições serão efetivadas por meio do encaminhamento dos dados de inscrição, juntamente com o resumo do trabalho anexado ao e-mail para o seguinte endereço: educacao@saocarlos.sp.gov.br

Só serão aceitas as inscrições encaminhadas por e-mail.

INFORMAÇÕES

Informações sobre inscrições, resumos, formato dos painéis: educacao@saocarlos.sp.gov.br ou na Secretaria Municipal de Educação 3373-3223 c/ Lucelina.

Saiba mais sobre a Programação: www.teia.org.br

Fonte: Aruanda Mundi – www.aruanda.ning.br

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