Monthly Archive for junho, 2010

Estreia Coral Baobá

Associação Baobá de Canto Coral
Ponto de Cultura Coral Baobá

Convida você, sua família e amigos/ as para assistir a estréia do:
Baobá Coral Infanto Juvenil.

Data: 03/07/2010

Horário: 18:00

Local: Rua Maria Carlota nº 894 (Próximo ao Metrô Vila Matilde)

Ficaremos felizes com a sua presença!

Ponto de Cultura Coral Baobá
11 – 3843-3227

Prorrogadas as inscrições para Interações Estéticas 2010

A Fundação Nacional de Artes (Funarte) e a Secretaria de Cidadania Cultural do Ministério da Cultura (SCC/MinC) prorrogaram o prazo para inscrição do Prêmio Interações Estéticas 2010 – Residências Artísticas em Pontos de Cultura. O novo prazo para os interessados se inscreverem é até 28 de junho.

Com investimento total de R$ 4,45 milhões, a terceira edição do programa oferece aos proponentes a chance de desenvolver trabalhos integrados a ações de Pontos de Cultura de todo o país. Serão viabilizados 127 projetos de residência, que levarão artistas de diversos segmentos a atuar em parceria com os Pontos e a criar produtos finais de acordo com as demandas locais. Os prêmios variam de R$ 15 mil a R$ 90 mil.

Para atender à política de descentralização de recursos do MinC, o edital do Interações Estéticas prevê a distribuição de 115 prêmios entre as cinco regiões do país. Além disso, 12 prêmios de R$ 90 mil serão destinados a projetos de abrangência nacional, que não estão submetidos a nenhuma categoria regional pré-estabelecida.

Saiba mais: http://www.funarte.gov.br/portal/2010/06/21/premio-interacoes-esteticas-2010-inscricoes-prorrogadas/

http://www.cultura.gov.br/cultura_viva/?p=1754

Lançamento do Caderno Cenpec de Educação e Cultura

Reflexões sobre as interfaces entre educação e cultura – tema do Caderno Cenpec nº 7 – marcaram o evento de lançamento da publicação, realizado na manhã de ontem (22) no Sesc Vila Mariana, em São Paulo (SP). A cada edição, os Cadernos Cenpec reúnem artigos teóricos e relatos de experiências sobre temas relevantes no campo da educação e cultura. Este número traz artigos assinados por Célio Turino, Marta Porto, Danilo Miranda e Alfredo Manevy, entre outros, e relatos de experiência dos pontos de cultura Conexão Filipe Camarão, Fábrica do Futuro e Fundação Casagrande.

Em sua fala de abertura, a superintendente do Cenpec, Carminha Brant, reforçou a importância do tema para a instituição. Lembrou ainda que o lançamento de mais um Caderno Cenpec vai ao encontro de um dos princípios que vem norteando a atuação da instituição: a disseminação do conhecimento produzido a partir da experiência. “Pesquisamos a partir da ação. Toda produção [desse caderno] vem dos projetos que temos na área da educação e cultura”, salientou Carminha, mencionando como exemplos o Prêmio Cultura Viva e o projeto Educação com Arte.

O secretário de Políticas Culturais do Ministério da Cultura, José Luiz Herencia, elogiou a iniciativa e a qualidade dos textos presentes no Caderno, que possibilitam um “debate qualificado” do tema. Aproveitou a sua fala para comentar a discussão em torno da questão dos direitos autorais, cuja lei passa por revisão (o texto se encontra aberto para consulta pública até 28 de julho). “A legislação atual se interpõe como um obstáculo ao exercício pleno do direito à cultura”, enfatizou. “É preciso modificar as relações de propriedade sobre os bens culturais”.

Maria Alice Oieno Nassif, gerente de programas socioeducativos do Sesc, também destacou a importância do tema educação e cultura para a instituição. “Essa Caderno tem 100% a ver com a ação do Sesc em toda a sua rotina, em todas as suas unidades. Estamos muito felizes de receber o evento de lançamento dessa publicação, que com certeza será de grande utilidade para todos nós”, afirmou.

O professor Renato Janine Ribeiro, autor de um dos artigos do Caderno, falou sobre a experiência democrática de cultura. Lembrou que antes da Constituição de 1988 os analfabetos não tinham direito a voto. Desse modo, a cultura era utilizada para manutenção do status quo.

Respondendo a uma pergunta da platéia, criticou o acúmulo de papéis atribuídos à escola. “Vejo uma preocupação, boa até, de alguns setores de dar uma nova missão à escola. Eu me pergunto se dar novas missões à escola, quando ela nem cumpre suas missões básicas, é bom”, questionou, citando como exemplo as leis que determinam o ensino de cultura e história afro e indígena e de sociologia e filosofia. “Os professores estão mal preparados, assoberbados e os alunos pouco interessados até pelo que é básico. Quando temos alunos que terminam o Ensino Médio mal alfabetizados, com domínio mínimo de matemática, acho complicado colocar mais conteúdos”.

Fonte: Cenpec – http://www.cenpec.org.br/modules/news/article.php?storyid=1015

O que é Consciência Negra para você?

Senhoras e senhores, bom dia,

A Assessoria de Cultura para Gêneros e Etnias tem o prazer de convidá-los(as) a participar da campanha cultural Consciência Negra em Cartaz por meio do site O que é Consciência Negra para você? (www.consciencianegra.com.br).

A “consciência negra” é um dos mais emblemáticos discursos produzidos pelo movimento negro brasileiro e internacional desde a década de 1960. Esse discurso visa fazer com que o cidadão consciente, negro ou não, informe e conscientize os cidadãos não esclarecidos sobre o racismo, a violência, a discriminação que os negros sofrem no Brasil e fora dele, inclusive na África.

A “consciência negra”, hoje em dia e nesta campanha, em especial, não é um patrimônio exclusivo do movimento negro, nem tampouco dos negros militantes, mas de todos (brancos, amarelos e indígenas) os indivíduos e grupos que lutam pela melhoria das condições sociais, econômicas e psíquicas da população negra.

Ao participar desta campanha, você estará dizendo o que é “consciência negra” para você, para os seus parentes e amigos, para o mundo que te envolve. Assim, conscientizará pessoas conhecidas e desconhecidas sobre a necessidade de se construir um mundo menos violento, mais fraterno, mais democrático e republicano.

O objetivo desta campanha é realizar uma discussão sobre as várias questões que envolvem a temática da consciência negra. E tal discussão será realizada através da elaboração de uma peça gráfica, o cartaz, buscando com isso o envolvimento e a reflexão da população sobre o tema, sugerido através da pergunta O que é consciência negra para você?.

No site é possível responder à questão acima de três maneiras: enviando uma frase, um cartaz pronto ou montar seu cartaz no próprio site, usando as idéias dos demais participantes. Leia o regulamento no site.

Acesse também o blog O que é Consciência Negra para você? (http://blog.consciencianegra.com.br/) onde você encontrará diversos textos que o farão refletir para responder à questão.

Atenciosamente,

Assessoria de Cultura para Gêneros e Etnias
Secretaria de Estado da Cultura
Governo de São Paulo
www.consciencianegra.com.br
http://blog.consciencianegra.com.br/

Fonte: Aruanda Mundi – www.aruanda.ning.com

Entrevista com Abdias do Nascimento

Abdias: Se pudessem, colocavam o negro de novo na escravidão

Ana Cláudia Barros
De São Paulo

Defensor fervoroso do sistema de cotas raciais em universidades públicas, o ex-senador e deputado federal, Abdias do Nascimento, 96 anos, um dos líderes negros de maior expressão no país, considerou “uma coisa lamentável” as alterações no texto original do projeto de lei que institui o Estatuto da Igualdade Racial, aprovado nesta quarta-feira (16), no Senado.

Um dos pontos mais criticados foi, justamente, a retirada do trecho que falava sobre a regulamentação da reserva de vagas para a população negra na educação. O estatuto, que tramitou no Congresso durante sete anos, entra em vigor após a sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

-As cotas são absolutamente importantes. São um passo adiante da degradação que o negro tem sofrido durante tantos séculos.

Confira a entrevista

Terra Magazine – O Senado aprovou ontem projeto de lei que institui o Estatuto da Igualdade Racial. O texto original sofreu alterações, como a retirada do trecho que previa cotas para negros na educação e a criação de uma política de saúde pública para negros. O que o senhor achou das mudanças?
Abdias do Nascimento – Uma coisa lamentável, porque se há uma população que necessita de um apoio específico em todos os sentidos, em todos os níveis das atividades nacionais são os negros. São os únicos que foram escravos. As pessoas falam que não precisa de uma proteção, mas ninguém foi escravo aqui, a não ser os africanos.

Então, na avaliação do senhor, as mudanças foram lamentáveis.
É claro. Lamentável, porque é uma injustiça a mais. Uma injustiça que se repete.

O relator do texto, senador Demóstenes Torres (DEM-GO), substituiu o termo “raça” por “etnia”, alegando que não existe outra raça além da humana.
Isso é aquela história brasileira de adoçar as coisas. Adoçam o racismo específico contra os africanos e descendentes. Isso mostra, mais uma vez, o gérmen… A alma do Brasil que manda é essa. É contra os africanos, contra os negros. Acho lamentável. Mostra que o Brasil continua o mesmo desde a escravidão. Mostra que, na verdade, ninguém queria que o negro fosse liberto. Mostra que, se pudessem, colocavam, outra vez, a escravidão.

O senhor ainda considera que a Abolição da Escravatura no Brasil não passa de uma mentira cívica e que ainda há um hiato entre negros e brancos no país?
É isso aí: uma mentira cívica. Uma “bela” mentira cívica. E ainda existe um hiato entre negros e brancos. Há dois “Brasis”: um dos brancos e outro dos negros. Sem dúvida nenhuma.

O autor da proposta, senador Paulo Paim (PT-RS), afirmou que o estatuto está longe do ideal, mas que a aprovação foi uma vitória? O senhor concorda?
Não concordo, porque é a continuidade do racismo, da discriminação, do desprezo pela herança africana. Essas leis, esses disfarces para não chamar o Brasil de racista continuam. Desculpe, mas isso é odioso e, no meu entender, vai realçar a separação, a diferença e a possibilidade dos negros terem uma integração perfeita.

Especialmento sobre o trecho que fala das cotas, que foi suprimido do texto original. O que o senhor acha sobre isso?
As cotas são absolutamente importantes. São um passo adiante da degradação que o negro tem sofrido durante tantos séculos.

Fonte: ABONG – http://www2.abong.org.br/final/noticia.php?faq=21462

Instituto HSBC abre edital para projetos educacionais

Serão selecionados 40 projetos de todo o Brasil

Estão abertas as inscrições para a “Seleção do Cartão Instituto HSBC Solidariedade 2010”, que apoia projetos sociais em todas as Regiões do Brasil. A ação visa selecionar 40 projetos educacionais que tenham o objetivo de reduzir a vulnerabilidade de crianças e adolescentes aliada ao sucesso escolar. Os projetos selecionados receberão R$60 mil, por até dois anos.

Podem participar da seleção projetos que estejam sob responsabilidade de organizações não governamentais, como fundações, institutos e associações sem fins lucrativos, legalmente constituídos no país. A ficha de inscrição e o regulamento estão disponíveis no site do Instituto HSBC Solidariedade.

As inscrições podem ser feitas até o dia 16 de julho e os projetos selecionados serão divulgados no site no dia 12 de novembro. O processo de indicação dos projetos será feito por colaboradores das empresas do Grupo HSBC, incluindo agências e departamentos. Durante o período de 2 anos após a formalização da parceria, colaboradores voluntários que indicaram os projetos serão os padrinhos e madrinhas das instituições sociais, representando o elo entre a entidade apoiada e o Instituto HSBC Solidariedade.

Os valores destinados a essa seleção, foram obtido por meio do Cartão Instituto HSBC Solidariedade, como resultado das doações mensais de clientes portadores do cartão e da contribuição do HSBC através da doação interchange. Os portadores do cartão optam por doar ao Instituto HSBC Solidariedade a quantia mensal de R$ 5, R$ 7,50, R$ 10, R$ 20 ou R$ 30, e em troca, são isentos de anuidade.

Desde seu lançamento, em 2006, o Cartão Instituto HSBC Solidariedade, que conta com mais de 210 mil portadores e já gerou R$ 18 milhões. A quantia foi repassada ao Instituto HSBC Solidariedade, que destinou os recursos para projetos sociais com foco em educação, projetos da Pastoral da Criança e para cursos de capacitação das ONGs que têm seus projetos aprovados.

O Cartão Instituto HSBC Solidariedade possui todas as vantagens de um cartão comum, mas o titular se compromete a doar uma quantia mensalmente para o Instituto. Em troca, é isento de anuidade e tem seguro gratuito contra perda e roubo. O valor é debitado automaticamente na fatura do Cartão de Crédito. O Cartão Instituto HSBC Solidariedade pode ser solicitado por correntistas, ou não, do HSBC, nas agências bancárias, pela internet (www.hsbc.com.br) ou pelo Phone Center.

Criado em 2006, o Instituto HSBC Solidariedade atua em três áreas: Educação, Meio Ambiente e Geração de Renda para comunidades. Representa o braço do investimento social do HSBC no Brasil, que trabalha em linha com os princípios da Sustentabilidade, investindo em produtos e serviços que aliam retorno financeiro à promoção de soluções socioambientais, além de assumir o compromisso com a conservação ambiental, focado em mudanças climáticas e no gerenciamento de impactos diretos e indiretos.

O HSBC Bank Brasil é uma subsidiária integral da HSBC Holdings, um dos maiores conglomerados financeiros do mundo. Com sede em Londres, o Grupo HSBC atua em 88 países das Américas, Europa, Ásia, Oriente Médio e Oceania.

Mapeamento traça perfil de espaços religiosos de matriz africana

Fonte: Fundação Cultural Palmares

BAHIA – Ketu, Nagô, Ijexá, Umbanda, Angola, Jêje são algumas das nações a que pertencem terreiros de candomblé, cujos perfis estão sendo delineados pelo projeto Mapeamento dos Espaços de Religião de Matriz Africana, coordenado pela Secretaria de Promoção da Igualdade (Sepromi), do Estado da Bahia. Desde o início da pesquisa em fevereiro, 395 terreiros foram cadastrados no Recôncavo (58) e no Baixo Sul (337). O objetivo do projeto é apurar quantos são e investigar as características e condições de funcionamento de cada um deles, visando à elaboração de uma política estadual para o segmento.

“Mas, para que o diagnóstico seja fiel à realidade, é preciso que todas as lideranças religiosas participem do estudo”. Afirma a coordenadora de Promoção e Defesa dos Direitos da Sepromi, Karine Limeira. Segundo ela, além da nação, o relatório final conterá dados sobre a origem e história dos terreiros, tempo de fundação, trajetórias de luta e resistência, condições físicas e de infraestrutura, recursos ambientais, assim como o perfil das autoridades religiosas com relação ao sexo, raça e formação.

Por esse motivo, lembra a coordenadora, os terreiros que ainda não foram visitados devem entrar em contato com a coordenação do projeto pelos dos telefones (71) 3117-1557 ou 3117-1558. Desde fevereiro, 20 entrevistadores, estudantes universitários, estão em campo, coletando os dados que vão resultar em um relatório a ser disponibilizado em uma publicação e no site www.sepromi.ba.gov.br . “Quanto mais casas forem contempladas, mais próximo da realidade será o diagnóstico feito a partir das informações coletadas”, completou Limeira.

Além da Sepromi, o projeto conta com a parceria da Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República (Seppir/PR), das prefeituras e de organizações da sociedade civil dos municípios envolvidos. Com previsão para ser concluído em 15 meses, o mapeamento foi iniciado em dezembro de 2009, com a divulgação do edital para a seleção de estudantes para realizarem a pesquisa de campo.

Municípios envolvidos

A pesquisa de campo está em andamento no Recôncavo, com entrevistas feitas nos municípios de Varzedo, Santo Antônio de Jesus, Muniz Ferreira, Nazaré, Dom Macedo Costa, Conceição do Almeida, Castro Alves, Sapeaçu, Muritiba, Cruz das Almas, São Felipe, Maragojipe, Saubara, São Félix, Cachoeira, São Francisco do Conde, Santo Amaro, Governador Mangabeira e Cabaceiras do Paraguaçu.

No Baixo Sul, a iniciativa contempla os municípios de Camamu, Igrapiúna, Piraí do Norte, Gandu, Wenceslau Guimarães, Teolândia, Presidente Tancredo Neves, Valença, Jaguaripe, Aratuípe, Valença, Cairu, Tapeorá, Nilo Peçanha e Ituberá.

http://www.palmares.gov.br/003/00301009.jsp?ttCD_CHAVE=2888

Temporada de inverno – São Luiz do Paraitinga

Casa do Núcleo Contemporâneo

Bumba meu Boi na festa de São Cristóvão (RJ)

Salve João!

O Portal horadobrasil.net compartilha com os amigos das Culturas Populares um conjunto de fotografias realizadas no Centro de Tradições Nordestinas Luís Gonzaga em torno de uma apresentação do Boi da Palmica. A Feira está um sucesso com ótima programação junina e julhina.

Abaixo o link para o álbum de fotos do Buma meu Boi.

http://www.horadobrasil.net/galeria/main.php?g2_itemId=112097&g2_navId=xb1ab207b

Luiz Sombra, fotógrafo e historiador.

VII Feira Nacional de Agricultura Familiar e Reforma Agrária

A feira acontece em Brasília, de 16 a 20 de junho. Além da exposição há uma boa programação musical: http://www.mda.gov.br/feira2010/

Portal Buala

Buala: cultura contemporânea africana

Apresentamos o BUALA, o primeiro portal interdisciplinar de reflexão, crítica e documentação das culturas africanas contemporâneas em língua portuguesa, com produção de textos e traduções em francês e inglês. A língua portuguesa, aqui celebrada na diversidade de Portugal, Brasil e África, dialoga com o mundo.

Buala.org pretende inscrever a complexidade do vasto campo cultural africano e diáspora negra em acelerada mutação económica, política, social e cultural. Problematizar questões ideológicas e históricas, entrelaçando tempos e legados. Saber quais são os grandes desafios do continente e os protagonistas da cultura africana, como podemos pensar paradigmas novos nas relações de força? No fundo, desejamos criar novos olhares, despretensiosos e descolonizados, a partir de vários pontos de enunciação da África contemporânea.

O seu funcionamento vai depender da adesão das pessoas. Vimos por isso pedir para divulgarem e unir esforços para continuarmos juntos, apelando à vossa colaboração: esperamos artigos (publicados ou inéditos), imagens, sugestões.

O BUALA tem o apoio da Casa das Áfricas [Brasil] e da Fundação Calouste Gulbenkian [Portugal], que tornaram possível a implementação deste projeto.

http://www.buala.org/


Fonte: Aruanda Mundi

Fundação Palmares lança edital

Palmares lança edital para comemorar seu 22º aniversário

Já estão abertas as inscrições para o Edital 22 anos da Palmares, em comemoração ao aniversário da Fundação Cultural Palmares, vinculada ao Ministério da Cultura, que ocorrerá em agosto.

Os projetos deverão inspirar-se no tema: Construindo Redes de Diálogos – Reais e Virtuais – com a Cultura Afro-brasileira para serem apresentados em Maceió (AL), Rio de Janeiro (RJ) e Salvador (BA), onde a Palmares possui representações regionais e Porto Alegre (RS), São Luís (MA) e São Paulo (SP), onde planeja implantar seus próximos escritórios.

As inscrições, abertas hoje (16), prosseguem até o dia 5 de julho deste ano. Podem participar pessoas físicas, grupos e entidades de todo o país, que atuam com expressões artísticas afro-brasileiras nas áreas de dança, música, teatro, cultura popular, artes plásticas, além de outras manifestações culturais. No entanto, no ato da inscrição, os interessados devem escolher uma dessas seis cidades para apresentar seu trabalho.

Os projetos concorrentes serão selecionados dentre os inscritos para a cidade escolhida no ato do registro. Serão contemplados seis espetáculos e cada um receberá um prêmio de R$ 100 mil reais tributáveis. A prioridade na seleção dos projetos será dada para os que desenvolvam um trabalho de artes integradas, onde haja diálogo entre as expressões artísticas. Uma apresentação de teatro, com música ao vivo, numa instalação plástica ou uma performance circense com vídeoarte são exemplos deste viés artístico. O objetivo é a promoção do diálogo da cultura afro-brasileira, as expressões e as mídias. A criatividade e excelência artística, pertinência do conteúdo à questão afro-brasileira, qualificação técnica, viabilidade técnica de execução, com base no valor do prêmio, são alguns dos critérios de avaliação da comissão julgadora.

Dúvidas e informações referentes a este Edital poderão ser esclarecidas e/ou obtidas na Fundação Cultural Palmares – Endereço eletrônico: www.edital22aniversario@palmares.gov.br. Edital Ficha de Inscrição – Pessoa Física Ficha de Inscrição – Grupos e Entidades Assessoria de Comunicação Social Fundação Cultural Palmares/Ministério da Cultura Fone: 3424-0166 Fax: 3424-0164 www.palmares.gov.br

Fontes: Aruanda Mundi e Fundação Cultural Palmares

Voltamos…

Depois de uma fase de muito trabalho e pouco tempo para atualizar o blog, estamos de volta!

Um grande abraço,

Renata Celani, pela Equipe Cachuera!