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Audiência pública sobre a implementação da Lei 10.639/03

Nesta quarta-feira (23), a partir das 14h30, será realizada a audiência pública sobre a implementação da Lei 10.639/03 na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo.

Trata-se da implementação das diretrizes curriculares nacionais para a educação das relações etnicorraciais e para o ensino de história e cultura afro-brasileira e africana.

A audiência é uma iniciativa do Fórum Estadual para a Diversidade Etnicorracial (FEDER/SP) e da Comissão de Educação e Cultura da Assembleia Legislativa de São Paulo. A Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo fica na Avenida Pedro Alvares Cabral, 201, São Paulo.

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III Fórum do Ensino Superior Sobre os Desafios para o Ensino de História e Cultura Africana e Indígena

Nas seguintes datas:
27/10 – 17h às 22h
28/10 – 8h às 21h
29/10 – 9h30 às 13h30

Haverá ônibus com saída da estação do Metrô Alto do Ipiranga até o Campus PUC Ipiranga.

Confira abaixo os horários previstos.

27/10 – Metrô Alto do Ipiranga

Saída: 18h,19h e 20h
Retorno: 23h
Saída do Campus PUC Ipiranga para o Metrô Alto do Ipiranga – Av.Gentil de Moura com Rua Visconde de Pirajá.

28/10 – Metrô Alto do Ipiranga
Saída: 8h, 9h e 10h
Retorno: 22h
Saída do Campus PUC Ipiranga para o Metrô Alto do Ipiranga – Av.Gentil de Moura com Rua Visconde de Pirajá.

29/10 – Metrô Alto de Ipiranga
Saída: 8h, 9h e às 10h
Retorno:15h
Saída do Campus PUC Ipiranga para o Metrô Alto do Ipiranga – Av.Gentil de Moura com Rua Visconde de Pirajá.

Fonte: Aruanda Mundi – www.aruandamundi.ning.com

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O passado sai do esconderijo

Fonte: Jornal da Unicamp (via Boletim Famaliá) – http://www.unicamp.br/unicamp/unicamp_hoje/ju/agosto2011/ju504_pag5.php

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O passado sai do esconderijo

Tese analisa manifestações de grupos que preservam memória afro-brasileira em Campinas

Grupos de Campinas escancaram o passado negro da cidade por meio da dança e da música. As performances afro-brasileiras de Urucungos, Puítas e Quijêngues, Jongo Dito Ribeiro, A Casa de Cultura Tainã e Maracatucá são vistas pela antropóloga Érica Giesbrecht como a chave do velho baú que escondia o passado negro de uma das cidades mais negras da região Sudeste no Brasil escravo. Antropóloga nascida em Campinas, ao ver pela primeira vez o grupo Urucungos, do qual faz parte desde 2004, não resistiu ao ritmo nem a sua riqueza documental e decidiu estudá-lo, entre outros grupos, em sua tese de doutorado na área de etnomusicologia. “Os grupos que pesquisei olham para esse passado e escancaram-no, por meio de performance, música, dança, figurinos, lugares, pessoas. Quando comecei a ensaiar, percebi que eles não faziam aquilo somente porque achavam bonito, mas tinham consciência do que estavam fazendo”, explica.

Para Érica, o corpo é o lado mais profundo das performances. Ela se ateve justamente na relação dos membros dos grupos com o corpo. A antropóloga explica que o corpo negro foi socialmente renegado, pelos traços, pela cor da pele. Mas, nos grupos, as pessoas construíram uma relação com o corpo que passa a valorizá-lo. “Quando dançam e batem aqueles tambores, a postura muda, o cabelo assanha e muda o posicionamento no mundo. A grande revolução para mim é o que muda de fato: a postura de entrar no teatro, de entrar no Cambuí [bairro nobre de Campinas], em qualquer lugar. Do jeito que está. Não é só ação afirmativa. É um corpo inteiro entrando e dizendo ‘sou negro sim. E daí?’ Não usam de subterfúgios burgueses para ser aceitos. E não aprendem isso em partidos políticos ou numa militância; aprendem dançando”, reforça.

Ela enfatiza que, enquanto dançam, o corpo trabalha, se movimenta e eles aprendem lições ancestrais, pois entendem que aquele corpo descende de pessoas que fizeram travessia forçada no Atlântico, com uma cultura específica e batalharam por sua liberdade. “Isso tudo está nas letras da música e no jeito de tocar tambor”, acrescenta Érica. A partir disso, eles querem entender suas próprias histórias.

Os grupos conseguem tirar o passado do esconderijo ao mostrar à sociedade que aquela música ou aquela dança existe, na opinião da antropóloga. E se existe é porque vem de algum lugar e, a partir daí, crianças e adultos entendem que o passado é muito mais rico do que se ensina na escola. “Ali, existe muita ancestralidade poderosa”, enfatiza Érica.

De acordo com Érica, alguns líderes desses grupos participaram de movimentos negros nitidamente políticos no passado, como o Movimento Negro Unificado (MNU). Na década de 1970, as pessoas que lidavam com as causas negras atentaram para o fato de que poderiam lutar contra o preconceito também por meio da cultura expressiva. Segundo Érica, houve um momento de ruptura entre movimentos políticos e culturais, embora os grupos culturais nunca tenham deixado de ser políticos e nunca tenha sido interrompido o diálogo entre ambas as partes. O que eles encontraram, na percepção de Érica, foi uma outra forma de fazer política. “Sinto isso na fala das pessoas. Essa mobilização dos grupos teve consequências para além da dança. Ela fez com que as pessoas se entendessem como expressivas”, reforça Érica.

Na origem, as culturas expressivas afro-brasileiras também eram estratégias de sobrevivência, lembra a pesquisadora. Capoeira, jongo, maracatu eram meios de integração e comunicação entre populações negras. Disfarçadas, essas atividades podiam servir como treino para o corpo para uma possível luta, para o culto ancestral ou para comunicar fugas. As músicas, muitas vezes, eram meio de ironizar os senhores de uma forma que eles jamais desconfiariam.

Hoje em dia, essas expressões têm ganhado força com a onda de valorização da diversidade cultural do novo milênio. Se logo após a abolição da escravatura a capoeira ou candomblé eram coisa de marginal, passaram a ser valorizadas como “patrimônio imaterial” na atualidade, segundo a antropóloga. “Isso nos daria uma falsa ideia de que deixaram de ser meios de luta.” Contudo, engana-se quem pensa que esses grupos têm a pretensão de ser avaliados apenas pelo viés da arte ou especificamente da música. Suas expressões são, para além de artísticas, formas sagazes de resistência, porque, por meio do treino do corpo, mudam o posicionamento de seus participantes diante do mundo.

“Se eu entrasse no mérito de discutir se é arte ou não, iria quebrar cabeça à toa. É uma expressão do ser humano. E essas pessoas decidiram que têm de lutar com isso”, esclarece. Ela pontua que alguns grupos nem mesmo se compreendem com artísticos: para os membros do Dito Ribeiro, por exemplo, o que fazem não é arte, fazem jongo e pronto, segundo Érica. A pesquisa também não tem a preocupação de avaliá-los como músicos, saber se leem partitura, de acordo com a pesquisadora. No Dito Ribeiro, eles não têm ensaios, mas sim encontros. Quando chegam ao local marcado, eles fazem a roda e imediatamente abrem espaço para o público entrar e aumentar o círculo.

No final da década de 1980, os brasileiros começam a dar maior visibilidade aos debates sobre cultura negra. Em Campinas, Raquel Trindade, pesquisadora da cultura afro-brasileira e diretora do Teatro Popular Solano Trindade (Embu das Artes-SP), chega com uma bagagem gigantesca de informações e encontra muitas pessoas com sede de aprender mais. É dessa fonte que o Urucungos bebe desde que foi fundado por Raquel, segundo Érica.

Em outro canto de Campinas, na Vila Castelo Branco, a Casa de Cultura Tainã começa a desenvolver um trabalho com os tambores de aço, o que, na opinião de Érica, marca a abertura do pan-africanismo em Campinas. “Desde a década de 1990 há muita gente bebendo dessa fonte”, acrescenta Érica. Esses movimentos chegam a Campinas e incutem nos praticantes um forte desejo de descobrir sua ancestralidade, saber de onde vieram pais e avós: “da Bahia ou da África?”. Eles querem, segundo Érica, saber como foi a vida desses negros em Campinas. Na década seguinte, há um grande interesse por informações que ajudem a tecer a memória da família de muitos membros dos grupos. “Eles pegam a memória das famílias Ribeiro, Balthazar, Estevam, entre outras, e se envolvem num movimento forte, principalmente a partir da primeira década de 2000, para entender e rememorar o passado negro em Campinas”, diz Érica.

Apesar de não estarem diretamente ligados à academia, muitos jovens desses grupos têm buscado hoje instrumentalização acadêmica. A própria Alessandra Ribeiro, líder do jongo Dito Ribeiro, é mestre em arquitetura e urbanismo. Segundo Érica, quando o pessoal do jongo ocupou a Fazenda Roseira, Alessandra quis entender melhor o processo de retomada. O avô, Benedito Ribeiro, trouxe o jongo para Campinas em 1930, mas a manifestação foi suspensa quando faleceu, e Alessandra decidiu fundar o grupo em 2003. “Ela é somente um exemplo, mas muitos membros se instrumentalizaram na academia. Muitos dos participantes da Casa Tainã foram capacitados e foram trabalhar em ministérios públicos”, acrescenta. A Casa foi pesquisada justamente pelas bases que ofereceu para a formação de outros grupos culturais negros.

Érica explica que a ideia do passado negro vem da ambiguidade do título. “Passado negro é algo a esconder, algo que não se quer mostrar. E, conhecendo Campinas, do Parque Oziel ao Cambuí, eu percebia que a cidade não queria mostrar esse passado, apesar de ter uma população negra de 14 mil pessoas na época da escravatura. Eu entendo essa relação de uma Campinas que não se vê negra”, explica. Ela enfatiza que Campinas foi um dos últimos impérios econômicos do interior de São Paulo, com a produção de café, mas isso não é reconhecido. De acordo com Robert Wayne Slenes, em 1880, era a maior população escrava do Brasil.

Hoje, todos os grupos realizam pesquisa com viventes mais velhos de sua comunidade. Quando isso acontece, descobrem que há um percurso para chegar à memória negra e para descobrir o que seu corpo faz nesse mundo. De acordo com Érica, o trabalho com os mais velhos consiste em entrevistas, conversas longas nas quais os mais jovens vão aprendendo histórias, hábitos, experiências, danças e músicas e documentando a memória de um passado negro, tirado do baú do descaso. “Tem uma hora que eles nos envolvem na dança. Até hoje me emociono quando estou lá”, comenta Érica.

Dissertação: “O passado negro: a incorporação da memória negra da cidade de Campinas através das performances de legados musicais”
Orientadora: Lenita Nogueira
Unidade: Instituto de Artes (IA)
Financiamento: Fapesp

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Blog do Dança: Movimento Contínuo

Dança Movimento Contínuo é um coletivo formado a partir do programa para Valorização de Iniciativas Culturais – Vai 2010 – composto por Dançarinos (as) de Breaking, Afro, samba, arte-educadores e capoeiristas que já integram grupos, posses, CIAs de Dança, unindo-se assim com o intuito de pesquisar danças de matriz negra propondo novas formas estéticas e políticas de criar arte.

Acesse:  http://www.dancamovimentocontinuo.blogspot.com/

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Edital A Cor da Cultura

Está no ar o edital do projeto Cor da Cultura de seleção de instituições para a formação de educadores.

Saiba mais em www.acordacultura.org.br.
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Novas do Waldman

PREZADOS (AS) AMIGOS (AS):

É com muita satisfação que informo que o texto LIÇÕES DA MÃE ÁFRICA foi aprovado para publicação na edição de fevereiro da Revista África e Africanidades, já se encontrando disponível no link:

http://www.mw.pro.br/mw/eco_licoes_da_mae_africa.pdf

LIÇÕES DA MÃE ÁFRICA foi primeiramente distribuído como material de apoio em diversas palestras que desenvolvi ao longo do segundo semestre do ano passado, obtendo grande aceitação e repercussão.

A presente edição de LIÇÕES DA MÃE ÁFRICA acata modelo editorial proposto pela Revista África e Africanidades, que é uma prestigiada publicação acadêmica do mundo negro brasileiro, daí agregar uma bigliografia mais apurada e a formatação acatando normas para publicações científicas.

A resenha de LIÇÕES DA MÃE ÁFRICA foi disponibilizada no meu site juntamente com o link para o artigo em:

http://www.mw.pro.br/mw/mw.php?p=eco_licoes_da_mae_africa&c=e

O texto também está disponível em espanhol, francês, italiano e em inglês. Estou informando o link da revista em língua inglesa abaixo. O meu artigo nesta página está sinalizado com a foto da queniana Wangari Maathai. Dêem uma olhada:

http://translate.google.com.br/translate?hl=pt-BR&sl=pt&tl=en&u=http%3A%2F%2Fwww.africaeafricanidades.com%2F

Aliás, quem ainda não conhece a Revista África e Africanidades, não perca tempo e acesse o material disponível na Internet em:

http://www.africaeafricanidades.com/

Recordo também que o meu site disponibiliza 326.783 caracteres em textos africanistas, com acesso nos links abaixo:

MATERIAIS ACADÊMICOS:
Africanidade, Espaço e Tradição
Revista África, Centro de Estudos Africanos da USP. 1997.
Texto considerado relevante pelo Centre National de la Recherche Scientifique (CNRS), o maior e mais influente organismo de pesquisa científica do governo francês. Acesso: http://www.mw.pro.br/mw/mw.php?p=antrop_africanidade_espaco_e_tradicao&c=a

Arquétipos, Fantasmas e Espelhos
Revista GEOUSP nº 23, 2008. Acesso: http://www.mw.pro.br/mw/mw.php?p=antrop_arquetipos_fantasmas_e_espelhos&c=a

Imaginário, Espaço e Discriminação Racial
Revista GEOUSP nº 14, 2003. Acesso: http://www.mw.pro.br/mw/mw.php?p=antrop_imaginario_espaco_e_discriminacao_racial&c=a

LIVROS:
Memória D’África – A Temática Africana em Sala de Aula (co-autoria)
Editora Cortez, 2007. Saiba mais:
Saiba Mais: http://www.mw.pro.br/mw/mw.php?p=antrop_memoria_d_africa&c=a

Meio Ambiente & Antropologia
Editora Senac, 2006. Saiba Mais: http://www.mw.pro.br/mw/mw.php?p=antrop_meio_ambiente_e_antropologia&c=a

CONFERÊNCIAS:
A Redescoberta da África
Curso de Difusão do Centro de Estudos Africanos da USP, 2009. Acesso:
http://www.mw.pro.br/mw/mw.php?p=antrop_a_redescoberta_da_africa&c=a

MATERIAIS PARA CAPACITAÇÃO EM AFRO-EDUCAÇÃO :
Mundo Afro-Brasileiro
Boletim da Associação dos Geógrafos Brasileiros,
Seção Local São Paulo, 2003. Acesso: http://www.mw.pro.br/mw/mw.php?p=antrop_mundo_afro-brasileiro&c=a

O Fabuloso Reino dos Mansas do Mali
Prof – Assessoria em Educação, 2002. Acesso: http://www.mw.pro.br/mw/mw.php?p=antrop_fabuloso_reino_dos_mansas_do_mali&c=a

Guerras de Libertação na África
Editora Didática Suplegraf, 1998. Acesso: http://www.mw.pro.br/mw/mw.php?p=antrop_africa_tradicional&c=a

A África Tradicional
Projeto Sigma, Editora Didática Suplegraf, 1997. Acesso: http://www.mw.pro.br/mw/mw.php?p=antrop_africa_tradicional&c=a

A Temática Africana em Sala de Aula
Revista África Mazagine, Centro Cultural Africano de São Paulo. 2009.
Acesse: http://www.mw.pro.br/mw/mw.php?p=antrop_africa_magazine&c=a

O Imaginário de África na Cartografia de Guilherme Blaeu
GeoCarto – Geografia e Cartografia, 2009. Acesso:
http://www.mw.pro.br/mw/geog_imaginario_de_africa_na_cartografia_de_guilherme_blaeu.pdg

ENTREVISTAS:
Rádio Voz da América
Transmissão mundial a partir de Washington, EUA, Outubro de 2007.
Arquivos de voz em MP3 em: http://www.mw.pro.br/mw/mw.php?p=antrop_radio_voz_da_america&c=a

Boletim do Sindicato dos Professores
SINPRO, 2004
Arquivo e Transcrição da entrevista em: http://www.mw.pro.br/mw/mw.php?p=antrop_sinpro&c=a

Finalizando, deixo um forte abraço a todos e todas. Até a próxima!

Prof. Dr. Maurício Waldman
Pós-Doutorando UNICAMP – Instituto de Geociências
Professor da disciplina Geografia da África – tópico especial – UNICAMP

E-mail Contato – Contact: mw@mw.pro.br
Site Pessoal – Official Website (PB): www.mw.pro.br
Curriculum Acadêmico CNPq: http://lattes.cnpq.br/3749636915642474
Atuação – About me (BrE): http://en.wikipedia.org/wiki/Mauricio_Waldman
Caixa Postal – Post Office Box: 45375 Cep: 04010-970, São Paulo, Brasil
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Fonte: Aruanda Mundi – www.aruandamundi.ning.com

5° Prêmio Educar para a Igualdade Racial

O CEERT (Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades) acaba de divulgar o período de inscrições para a 5º Edição do Prêmio Educar para a Igualdade Racial: de 2 de março a 7 de maio de 2010.

A premiação ocorre desde 2002; através dela desenvolveu-se, ao longo deste período, um bom mapeamento nacional de experiências pedagógicas referenciadas na Lei 10.639/03, que estabelece a obrigatoriedade do ensino de história e cultura africana, afro-brasileira e indígena na educação básica.

Nesta edição o prêmio volta a ter abrangência nacional. Ele é direcionado  a professores e à gestão escolar nas modalidades educação infantil, ensino fundamental (anos iniciais e anos finais) e ensino médio.

A iniciativa é apoiada pelo Grupo Santanter Brasil e pela  SEPPIR (Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial).

Mais informações: www.ceert.org.br
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